Anticonvulsivantes – Observações Especiais na Abordagem

Anticonvulsivantes – Observações Especiais na Abordagem

Anticonvulsivantes – Observações Especiais na Abordagem

Fármacos Anticonvulsivantes e as suas principais aplicações na clínica:

➢ Crises parciais simples e complexas e crises TCG : fenitoína, carbamazepina, fenobarbital;

➢ Crises de ausência: etossuximida, ácido valproico (1a opção quando também há crises TCG), lamotrigina (mesmo que não aprovada para esse fim);

➢ Crises mioclônicas: ácido valproico, levetiracetam, topiramato, zonisamida;

➢ Convulsões febris: diazepam (via retal);

➢ Convulsões em lactentes e crianças pequenas glicocorticoides, vigabatrina (espasmos infantis) o Síndrome de Lennox-Gastraut (início na infância de déficits cognitivos e várias formas de atividade epiléptica) : lamotrigina, topiramato;

➢ Estado epiléptico: diazepam ou lorazepam, fenitoína, fenobarbital:
– BZD: lorazepam IV/VO, diazepam IV/retal, midazolam IV/VO/intranasal;
– Se não ceder em 10 min: repetir BZD;
– Se não ceder em 10 min: fenitoína, fenobarbital;
– Se não ceder, chamar anestesista: tiopental, midazolam ou propofol.

 

Rafael Kader

Aluno da Faculdade Nacional de Medicina - UFRJ; Presidente da Liga Acadêmica de Anestesiologia - LANES UFRJ; Presidente da Associação Interligas Acadêmicas de Anestesiologia do Estado do Rio de Janeiro - AILADERJ.

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