novembro 2018 – Página: 2 – Widoctor

Archive novembro 2018

Controle o Tempo da Prova

Controle o Tempo da Prova

Controle o tempo da prova

Controle o tempo da prova

Se você vai fazer prova para residência médica, é fundamental que controle o tempo da prova. Algumas provas tem duração de 4 horas, outras de 5 horas. Sugerimos aqui uma maneira diferente de dividir o tempo que pode te ajudar muito.

Divida a prova em 5 blocos de 20 questões cada e siga a orientação de tempo abaixo. Somente passe para o próximo bloco quando esgotar o tempo destinado àquele bloco. Use o tempo que estiver sobrando para fazer revisão de próprio bloco.

4  HORAS DE PROVA               TEMPO TOTAL : 240 MINUTOS
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
45 MINUTOS                          REVISÃO GERAL
20 MINUTOS                          MARCAÇÃO DO CARTÃO

 

5 HORAS DE PROVA               TEMPO TOTAL : 300 MINUTOS
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO
55 MINUTOS                          REVISÃO GERAL
20 MINUTOS                          MARCAÇÃO DO CARTÃO

Controle o Tempo da Prova

Controle o tempo da prova

Controle o tempo da prova

Se você vai fazer prova para residência médica, é fundamental que controle o tempo da prova. Algumas provas tem duração de 4 horas, outras de 5 horas. Sugerimos aqui uma maneira diferente de dividir o tempo que pode te ajudar muito.

Divida a prova em 5 blocos de 20 questões cada e siga a orientação de tempo abaixo. Somente passe para o próximo bloco quando esgotar o tempo destinado àquele bloco. Use o tempo que estiver sobrando para fazer revisão de próprio bloco.

4  HORAS DE PROVA               TEMPO TOTAL : 240 MINUTOS  
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
35 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
45 MINUTOS                          REVISÃO GERAL  
20 MINUTOS                          MARCAÇÃO DO CARTÃO  

 

5 HORAS DE PROVA               TEMPO TOTAL : 300 MINUTOS  
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
45 MINUTOS                          20 QUESTÕES + REVISÃO  
55 MINUTOS                          REVISÃO GERAL  
20 MINUTOS                          MARCAÇÃO DO CARTÃO  

Anatomia Patológica

Pergunta : Pedro ( Universidade do Estado do Pará )
Drº Mário Novaes, muito obrigado pelas dicas e conselhos que o senhor dá nesse site são extremamente valiosos. Sou médico e acompanho esse site desde o meu primeiro semestre de faculdade. já li quase tudo aqui, porém tenho ainda muitas dúvidas sobre a especialidade patologia, digo da anatomia patológica (e não patologia clínica, medicina laboratorial e/ou medicina legal, como á foi abordado pelo site anos atrás). Gostaria de uma análise sua sobre as vantagens e desvantagens de seguir essa carreira (anatomia patológica) e quais as suas perspectivas de mercado. Muito obrigado por esse site!!

Resposta :

Muitos estudantes não tem noção do real campo de trabalho da anagomia patológica e o que realmente esses especialistas fazem no seu dia a dia, talvez por isso cada vez seja menor o número de estudantes que façam essa opção como especialidade. Consequentemente existe uma carência muito grande de bons profissionais nessa área ( o que representa boa oportunidade mercadológica ).
O estudante de medicina recém-graduado que desejar fazer a especialidade deverá ingressar em um programa de Residência Médica (RM) em Patologia. Existem numerosas Residências em Patologia na maioria das escolas médicas do país, assim como em grandes complexos hospitalares. Os programas de Residência apresentam duração mínima de 3 anos, envolvendo obrigatoriamente treinamento em patologia cirúrgica, autópsia e citopatologia. Algumas Residências oferecem um ou dois anos complementares de treinamento, em geral dedicados à especialização em técnicas especiais ou em áreas específicas.
Durante o primeiro ano de Residência Médica (R1), o residente deverá, segundo o preconizado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), perfazer 40%, 20% e 20% da carga horária anual mínima em patologia cirúrgica, autópsia e citopatologia, respectivamente. Estágios obrigatórios como técnicas histológicas, registro, informática e sessões anátomo-clínicas devem perfazer 15% da carga horária anual. No R2, o enfoque é na patologia cirúrgica (50%), sendo que a autopsia preenche 20% e citopatologia 15% da carga horária. Ainda no segundo ano, deverá o residente realizar estágio obrigatório em medicina legal (60 horas) entre outras atividades. No R3, o treinamento em especialidades perfaz 30% da carga horária, a patologia cirúrgica 25% e a realização de necropsias em patologia fetal deverá preencher 15% da carga horária anual. A citopatologia no R3 preenche outros 20% da carga horária. As atividades teóricas complementares da Residência devem perfazer 10% da carga horária total do programa, distribuídos ao longo dos 3 anos da RM.
Ao final da Residência, o Residente deverá se sentir seguro para exercer a especialidade de modo independente e com competência, sendo capaz de resolver a maioria dos casos da rotina de um laboratório de Patologia. Ele deverá ter bem claro até onde vai sua capacidade de resolução diagnóstica e nos casos de dúvidas, não hesitar em consultar um outro patologista, principalmente pela grande responsabilidade por exemplo de dar um laudo de Cancer num paciente ou mesmo de dar um laudo de uma necrópsia num processo jurídico de homicídio.
Após a Residência, é comum que o Residente faça o Exame de Título de Especialista que é oferecido pela Sociedade Brasileira de Patologia durante o início de cada ano (geralmente no mês de março). O Título de Especialista não é obrigatório ainda para o exercício da patologia, porém é um atestado da capacitação do profissional, representando ponto precioso no currículo profissional do especialista e defesa importante do profissional em casos de processos judiciais

Além disso, o médico especialista nessa área, não tem quase nenhum relacionamento com pacientes, perdendo o encantamento da medicina de se relacionar com pessoas e tratá-las de alguma doença.

Concluindo :

Do ponto de vista mercado de trabalho, a anatomia patológica é uma boa opção como especialidade, exatamente pela grande importância da área de atuação como também pela carência de profissionais bons nesse mercado específico.

Do ponto de vista dia a dia da especialidade, podemos dizer que é uma especialidade triste, que lida com causas tristes como diagnósticos de doenças malignas, necropsias …, além de permitir pouco relacionamento médico-paciente, uma das coisas “bacanas “e recompensatórias da Profissão Médica.

Você precisa se imaginar nesse cotidiano e avaliar se vai se sentir confortável com esse dia a dia laboral.

Sucesso

Mário Novais

 

A Polêmica das Vacinas

A Polêmica das Vacinas

Em 1904 a cidade do Rio de Janeiro sofria com sérios problemas de saúde pública. O então presidente Rodrigues Alves nomeou Diretor Geral de Saúde Pública Oswaldo Cruz, que ficou responsável por promover um saneamento na cidade, em que a principal iniciativa foi tornar compulsória a administração de vacinas especificas. Estava implantado o estopim para a Revolta da Vacina, movimento que ficou conhecido pela grande resistência da população em aderir ao plano de imunização devido, principalmente, à falta de informação. Atualmente, temos, ao redor do mundo, uma nova tendência antivacinista que tem preocupado os imunologistas.  Cabe aos profissionais da saúde discutir e esclarecer os motivos que levam os pais a não vacinarem as crianças, refletirem sobre os efeitos das imunizações e a importância de mantê-las em dia.

Segundo Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, um dos motivos que explicam o menor índice em 16 anos de cobertura de vacinação em crianças menores de um ano é o fato de que as vacinas estão culturalmente vinculadas à percepção do risco da doença. Quando se trata de doenças erradicadas, a população tem mais dificuldade de enxergar seus perigos. Além disso, alguns grupos antivacinistas acusam órgãos mundiais de introduzir no corpo toxinas capazes de provocar doenças autoimunes e danos cerebrais, sendo o medo de eventos adversos o principal embasamento para o surgimento desses movimentos.

No entanto, segundo Guido Levi, também da Sociedade Brasileira de Infectologia, em entrevista para a revista Galileu, a maioria desses temores são absolutamente infundados cientificamente. Para ele, os efeitos da imunização consistem não apenas na proteção individual, mas é um dever social. “Se toda a população estiver vacinada, a doença pode ser extinta. Agora, se tiver 5% da população sem a vacina, a quantidade de pessoas infectadas vai crescendo, afetando gente que nunca recusou a vacina, mas acaba infectada por ainda não ter se vacinado”.

Dessa forma, entramos no âmbito da importância de manter a vacinação em dia. Quando temos uma população imunizada, há redução nos números de doenças infecciosas em toda a comunidade, uma vez que a transmissão é diminuída. Os impactos disso podem ser sentidos na diminuição do número de hospitalizações, redução de gastos com medicamentos, redução da mortandade e erradicação de doenças.

Fica claro, assim, que os programas de imunização são positivos e devem ser mantidos e incentivados. O que se faz necessário de forma imediata é tornar acessível à população a informação sobre a importância de se submeter à vacinação. Por falta dela, estamos na iminência do ressurgimento de doenças quase erradicadas, além da possibilidade de uma Revolta da Vacina contemporânea em escala global em forma de resistência às imunizações, o que carregará os impactos contrários ao ato de manter a imunização em dia.

Referências:

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/05/como-recusa-em-vacinar-os-filhos-pode-afetar-toda-sociedade.html

https://g1.globo.com/bemestar/noticia/imunizacao-de-criancas-em-queda-por-que-os-pais-deixam-de-vacinar-os-filhos-veja-perguntas-e-respostas.ghtml

 

Geriatria

Pergunta : Tagiane   Cardinal
Dr. Mario, vi que sua última postagem sobre geriatria foi em 2013 referindo-se como “especialidade ainda ruim” por ser pouco conhecida. O que o senhor acha da especialidade nos dias de hoje comparada a 2013 ? Obrigada

Resposta :

A geriatria ainda é considerada uma especialidade ruim, principalmente porque a população não sabe exatamente qual o papel do geriatra e a importância dele dentro de um contexto de aumento da expectativa de vida da população.
As pessoas estao ficando mais velhas, mas tb querem envelhecer com qualidade de vida e assim que descobrirem que o geriatra pode influenciar nisso, estarão procurando mais os geriatras.
Por outro lado os clínicos e outros especialistas, além de não saberem exatamente qual a função do geriatra, tb não encaminham com receio de perder o cliente…
Muitos idosos não tem plano de saúde porque é muito caro para essa faixa etária , o que abre uma possibilidade grande para se conseguir uma clientela particular , o que é difícil  na maioria das especialidades. Esse é o ponto mais positivo da especialidade.
Pontos negativos são o fato de não haver procedimentos que agreguem valor na consulta e o fato de ser uma especialidade relativamente triste, já que lida com pessoas muitas vezes na última década de vida.
Considerando apenas uma clientela particular, um geriatra que atenda somente 5 pacientes por dia e trabalhe 20 dias no mês pode receber honorários entre R$ 20.000,00 e 30.000,00 mensalmente, com uma relativamente boa qualidade de vida.

No entanto, aos poucos a Geriatria está ficando mais conhecida e já existe um crescente no que diz respeito  às Casas de Repouso ou Lar de Idosos;; com consequente melhora do mercado de trabalho para o Geriatra.

Sucesso

Mário Novais

II COEMED e as Habilidades Médicas

II COEMED e as Habilidades Médicas

Sabe-se que toda atividade extracurricular é essencial para a formação e currículo do médico. Um avanço pelo interesse em assuntos que não são abordados nas salas de aula da graduação em medicina nem vistos diretamente na rotina intra-hospitalar / dentro dos consultórios, por sua vez, tem sido notado entre os estudantes brasileiros. De fato, diante da abertura de tantas faculdades de medicina no país a competição no mercado aumentará de maneira exponencial e os jovens deverão se aperfeiçoar em diferentes áreas para se destacar e obter êxito em suas escolhas – já que atualmente não é segredo para ninguém que os resultados da sala de aula representam pouca relação com um futuro próspero dos alunos. A busca por informações de outras áreas do conhecimento que se apresentam como pré-requisitos para a ‘carreira dos sonhos’  demonstra, portanto, a crescente necessidade dos médicos se destacaram não apenas na área científica mas também em outros quesitos desenvolvendo progressivamente vitais habilidades para o sucesso.

O II Congresso Estadual dos Estudantes de Medicina do Rio de Janeiro (COEMED-RJ) foi um sucesso e serve como exemplo para essa discussão. Entre os dias 31 de agosto a 02 de setembro, na Unifeso, em Teresópolis, foi realizado o evento que contou com palestras e atividades sobre temas de grande relevância na formação de todo profissional médico – tais como medicina atual, novas tecnologias, carreira militar, marketing médico, entre outros. Os três dias de encontros, ainda, atingiram cerca de 400 estudantes.

Um dos assuntos importantes que fizeram sucesso dentre os discutidos foi o Marketing médico. Convidada para participar como palestrante, a conselheira e coordenadora da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame) do CREMERJ, Kássie Cargnin, discursou sobre ‘Marketing médico e mídias sociais: o que pode e o que não pode”. Na sua apresentação foram destacados os principais pontos da resolução CFM 1.974/11, que estabelece as regras da publicidade médica e veda ao médico, entre outros, fazer propaganda de técnica não reconhecida pelo CFM; oferecer seus serviços por meio de consórcio e similares; anunciar especialidade ou área de atuação para a qual não esteja qualificado e registrado no CRM, divulgar especialidade ou área de atuação não reconhecida pelo CFM. Além disso, abordou a resolução CFM 2.126/15, que normatiza as publicações nas redes sociais, proibindo os médicos de publicar selfies em situações de trabalho e de fazer a divulgação de imagens de “antes e depois” de procedimentos. Terminou com uma mensagem de cautela para a próxima geração de jovens médicos, dizendo para que tenham cuidado com todo tipo de informação oferecido pelas redes sociais. Para ela, as mídias estão diretamente relacionadas com a vida profissional dos médicos e até mesmo com seu sucesso, sem que, no entanto, substituam ou sejam extensões de sua atividade e seu papel dentro dos consultórios.

Desse modo, o intuito desse post foi alertar sobre a importância do desenvolvimento de diversas habilidades no presente e no futuro do médico brasileiro – nesse caso destaque para o Marketing ético, moral, legal e eficiente abordado no COEMED. Outras áreas deveriam ser estudadas e exploradas para benefício do médico para o sucesso em sua profissão, como networking, gestão de pessoas, oratória, lógica e resolução de problemas, administração etc. A aparência física, o comportamento e a maneira de se vestir também merecem destaque e são qualidades que também participam, portanto, dos pré-requisitos da ‘carreira dos sonhos’ citada anteriormente.

Fonte: CREMERJ

Pediatria ou Dermatologia

Pergunta : Maisa ( UNIFENAS – BH )
Boa noite! Me formo no final do ano e estou com dificuldade de escolher qual especialidade devo fazer prova. Sua opinião me ajudaria muito! Estou em dúvida entre dermatologia e pediatria. Pediatria: gosto de ter contato com o paciente, adulto ou criança e tenho maior facilidade com crianças. Porém, gosto de pequenos procedimentos, quero ter qualidade de vida e retorno financeiro. Dermatologia: gosto de procedimentos pequenos como biópsia, porém não me atrai medicina estética porque talvez não teria paciencia com a clientela. Qual a sua opinião sobre o que escolher? Desde já agradeço muito!!

Resposta :

Os aspectos fundamentais na escolha são :
1.Qual a qualidade de vida que essa especialidade vai me permitir ? Essa qualidade está de acordo com meus planos de vida ?
2. Que remuneração essa especialidade vai me permitir ? Essa remuneração combina com minhas ambições financeiras ?
3. Como vai ser meu dia a dia de acordo com a especialidade que escolher ? Vou me sentir confortável com esse cotidiano ?
A chave do sucesso na escolha racional da especialidade é , sem dúvida, o melhor conhecimento de cada especialidade; principalmente em relação aos 3 itens citados.
O teste vocacional do nosso site poderá te ajudar, mas também procure conversar com alguns especialistas das áreas citadas por vc e veja o grau de satisfação deles com a própria escolha.

Considerando os itens acima, a Dermatologia é melhor especialidade do que a Pediatria; melhor qualidade de vida, melhor remuneração e dia a dia mais tranquilo.

Porém, para o Dermatologista, não vale a pena desprezar o mercado da estética, pois é uma área bem tranquila e talvez a mais bem remunerada da especialidade e com o tempo você vai aprender a “tolerar” algumas clientes fúteis da dermatologia estética.

No nosso site, seção Carreira médica vc encontrará mais informações sobre essas duas especialidades.

Sucesso

Mário Novais

 

Ultrassonografia Como Especialidade

Pergunta : Izabella ( Universidade Federal de Minas Gerais )
Boa noite! Gostaria de saber do mercado da ultrassonografiaafia. Há boas pós graduações na área. É um bom mercado? Hoje na radiologia o médico não consegue mais empresariar, trabalhando para grandes empresas. Acredito que que apenas o US na radiologias permite essa liberdade. Assim, não seria melhor fazer apenas US? Focar nisso?

Resposta :

Realmente na radiologia fica difícil empreender pelo alto custo dos equipamentos maiores.

A exceção é na área de ultrassonografia, onde o profissional pode conseguir comprar um aparelho financiado e prestar serviço em hospitais ou mesmo abrir um consultório ou uma clínica de ultrassonografia.

O caminho correto para o ultrassonografista é através da residência em radiologia, que vai permitir a ele atuar em toda a área de radiologia ( R-X, ultrassonografia, Tomografia, Ressonância e Mamografia, além da radiologia intervencionista ).

É um mercado amplo e não vale a pena ficar restrito à ultrassonografia.
Existem cursos específicos de ultrassonografia, tipo ultrassom de ginecologia, de obstetrícia, de neurologia, de cardiovascular, porém esses cursos devem ser dirigidos para os profissionais específicos dessas áreas, exemplo Ultrassom de GO para ginecologistas…j;a que o conhecimento científico da especialidade é indispensável nesses casos.

Sucesso

Mário Novais

Cirurgia Pediátrica

Cirurgia Pediátrica

Vantagens

  • Menor número de profissionais no mercado
  • Realização de procedimentos diagnósticos e/ou cirúrgicos – maior remuneração
  • Área valorizada por grande parcela da população
  • Baixo custo para abertura de consultório
  • Especialidade caracterizada como “feliz” pelos pacientes os quais atende
  • Pouca concorrência com outras especialidades para tratar das patologias

Desvantagens

  • Maior necessidade de obtenção de convênios
  • Maior dificuldade de administrar os próprios horários – necessidade de estar atrelado a algum serviço, realização de plantões e de cirurgias, etc
  • Menor fidelidade do paciente no consultório – patologias agudas etc
  • Maior tempo de formação
  • Baixo número de vagas para a especialidade
  • Maior estresse – responsabilidade no tratamento direto do paciente, patologias mais graves e com resposta terapêutica parcial, período de trabalho não restringido apenas as horas de trabalho, etc
  • Baixa remuneração comparativamente a outras especialidades
  • Necessidade de estar associado a algum serviço
  • Necessidade de realizar plantões por períodos mais longos
  • Diminuição geral da natalidade mundial deve fazer com que a clientela diminua
  • Remuneração à longo prazo
  • Baixa qualidade de vida pela quantidade de emergências e parentes preocupados que procuram o médico 24 horas por dia ao longo de toda a semana

Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Vantagens

  • Menor número de profissionais no mercado
  • Realização de procedimentos diagnósticos e/ou cirúrgicos – maior remuneração
  • Especialidade considerada “triste” pelas patologias e pelo perfil dos pacientes os quais atende
  • Área valorizada por grande parcela da população
  • Aumento do número de patologias pelo aumento da expectativa de vida da população
  • Baixo custo para abertura de consultório

Desvantagens

  • Maior necessidade de obtenção de convênios
  • Maior dificuldade de administrar os próprios horários – necessidade de estar atrelado a algum serviço, realização de plantões e de cirurgias, etc
  • Menor fidelidade do paciente no consultório – patologias agudas, retornos apenas após longos períodos, etc
  • Maior tempo de formação
  • Baixo número de vagas para a especialidade
  • Maior estresse – responsabilidade no tratamento direto do paciente, patologias mais graves e com resposta terapêutica parcial, período de trabalho não restringido apenas as horas de trabalho, etc
  • Baixa remuneração comparativamente a outras especialidades
  • Necessidade de estar associado a algum serviço
  • Necessidade de realizar plantões por períodos mais longos
  • Alta remuneração a longo prazo