junho 2019 – Widoctor

Archive junho 2019

A eficácia de diferentes tipos de antidepressivos em idosos

A eficácia de diferentes tipos de antidepressivos em idosos

Apesar de seu uso comum na prática clínica diária, não se sabe a eficácia comparativa e a segurança dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina e dos inibidores da serotonina/norepinefrina em idosos. Para responder a esta questão, uma equipe de cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, realizou uma revisão sistemática e meta-análise com 15 ensaios clínicos randomizados elegíveis para inclusão, incorporando estudos sobre o uso de citalopram, escitalopram, paroxetina, duloxetina, venlafaxina, fluoxetina e sertralina. Os dados sobre a resposta parcial (definida como pelo menos uma redução de 50% na pontuação da depressão em relação à linha de base) e fatores de segurança – tais como tonturas, vertigens, síncopes, quedas e perda de consciência – foram extraídos, uma meta-análise de rede Bayesiana foi realizada e os riscos relativos (RR) foram produzidos.

Em um estudo, publicado pelo Journal of the American Geriatrics Society, envolvendo indivíduos com 60 anos de idade ou mais, os pesquisadores descobriram que, em relação à resposta parcial, a sertralina (RR=1,28), paroxetina (RR=1,48) e duloxetina (RR=1,62) foram significativamente melhores do que o placebo. Os restantes produziram RRs menores do que 1,20. Em relação à vertigem, a duloxetina (RR=3,18) e a venlafaxina (RR=2,94) foram estatística e significativamente piores do que o placebo. Em comparação ao placebo, a sertralina tinha o menor RR para tontura(1,14) e a fluoxetina tinha o segundo RR mais baixo (1,31). O citalopram, escitalopram, paroxetina e todos os outros tinham RRs entre 1,4 e 1,7.

Os autores concluíram que havia evidência clara da eficácia da sertralina, paroxetina e duloxetina. Parece haver também uma hierarquia de segurança associada aos diferentes antidepressivos e uma escassez de relatórios de resultados de segurança. Em um momento de pesquisas comparativas de eficácia, parece que ainda se faz necessário dar maior foco na eficácia comparativa destes e de outros medicamentos psiquiátricos.

 

Original: https://www.news.med.br/p/medical-journal/799919/quais+sao+os+melhores+antidepressivos+para+os+idosos.htm

Sobre a polêmica da implantação das casas de parto

Sobre a polêmica da implantação das casas de parto

Quando se inicia o trabalho de parto, a gestante dirige-se a uma casa aconchegante e confortável, onde pode caminhar, comer e beber à vontade, tomar banhos relaxantes e receber  massagens. A  posição de parir, seja na água, deitada ou de cócoras, é escolhida pela parturiente. Acompanhantes são bem-vindos durante todo o processo e intervenções médicas só são usadas quando necessárias. Enfermeiras e parteiras fazem acompanhamento pré-natal e durante todo o parto. O recém-nascido não é separado da mãe, que pode amamentar livremente. Essa é a proposta das Casas de Parto, modelo que a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ) pretende implantar, com o apoio do Ministério da Saúde, e que já existe em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Somente grávidas que fizeram o pré-natal e comprovaram que são gestantes de baixo risco podem parir assim.

No entanto, nem todos concordam com esse modelo. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) acionou o Ministério Público (MP) para impedir o funcionamento das Casas de Parto. A entidade afirma que é indispensável a presença de médicos no processo de nascimento do bebê. “Não é possível retroceder a uma situação do século passado numa cidade com possibilidades amplas de equipamentos e profissionais como o Rio de Janeiro”, indigna-se Abdu Kexfe, obstetra e um dos diretores do Cremerj. Dia 4 de fevereiro, o MP realizou audiência pública para discutir a questão.

Por conta dessa oposição, foi criado o Movimento pelas Casas de Parto, que conta com o apoio de diversas organizações como a Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna), a Associação Brasileira de Enfermeiras Obstétricas (Abenfo), a Associação Nacional de Doulas (Ando) e a Rede Feminista de Saúde, entre outras. No “Manifesto das Usuárias”, o movimento afirma que mais de 95% das mulheres são capazes de dar à luz naturalmente, na presença de uma enfermeira obstétrica ou parteira, mas ao longo dos anos, o parto foi perdendo seu sentido natural e fisiológico e passou a ser visto como um evento perigoso. De acordo com o manifesto, que defende a mulher como protagonista do parto, um momento que antes era familiar, transformou-se em frio, tecnológico e medicalizado.

“O número de cesarianas cresceu muito atualmente, inclusive em partos de baixo risco”, afirma Ingrid Lotfi, líder do Movimento pelas Casas de Parto. Esse aumento foi acompanhado por uma elevação nas intervenções desnecessárias no processo natural de parir e no número de mortes e danos a mães e filhos. Segundo ela, há uma indústria de cesarianas em que os médicos até marcam a cirurgia com antecedência, o que fere o código de ética da profissão e põe em risco a vida das mulheres.

Para o Cremerj, não existe o conceito de parto sem risco. “Há gravidez de baixo ou alto risco, e isso não tem nada a ver com o parto”, defende Kexfe. Segundo ele, em 15 a 20% dos partos sem médico ocorre alguma situação de emergência com danos para a mãe ou para o recém-nascido. A entidade fundamenta sua argumentação em um decreto lei de 1932 que estabelece que nenhuma unidade de saúde pode funcionar sem um médico, e em uma lei de 1993 que garante a presença de um pediatra na assistência ao parto. De acordo com o Cremerj, a portaria do Ministério da Saúde de 1999, que permite que partos sejam realizados sem obstetras ou pediatras, somente com enfermeiras, contraria os outros dois dispositivos.

O Movimento pelas Casas de Parto e a SMS/RJ afirmam que a casa de parto não é uma unidade médica ou hospitalar, pois prevê cuidado, não tratamento médico. Além disso, elas se localizam próximas a hospitais de referência e contam com ambulâncias preparadas para encaminhar parturientes para esses hospitais caso ocorra alguma complicação. De acordo com o Movimento, esse modelo é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e é utilizado por países como Holanda, Dinamarca e Japão, nos quais diminuiu a taxa de mortalidade em partos.

Segundo o Cremerj, nesses países essa prática também é condenada. “Não tem por que importar um modelo falido”, afirma Kexfe. De acordo com a entidade, o parto sem a presença de médicos pode causar danos à saúde da criança, como retardo mental, paralisia cerebral e atraso escolar. Kexfe acusa os defensores das Casas de Parto de pessoas despreparadas que não conhecem os avanços da ciência. “Há mil maneiras de se humanizar o parto, sem retirar a figura do médico”, completa.

O secretário de saúde do Rio, Marcos Dias, estranha essa oposição do Cremerj por já haver casas de parto em outras cidades brasileiras. “Essa não é a preocupação de outras categorias que também lidam com a saúde da população. Tenho receio de que seja apenas uma questão de corporativismo”, acredita Dias.

Texto na íntegra:

https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Direitos-Humanos/Conselho-de-Medicina-se-opoe-a-Casas-de-Parto-no-Rio/5/1371

Primeiro remédio para depressão pós-parto é liberado nos EUA

Primeiro remédio para depressão pós-parto é liberado nos EUA

Doença que afeta uma em cada sete americanas e uma em cada quatro brasileiras ganha droga que age em até 48 horas, mas tem aplicação cara e complicada

A agência americana responsável pela regulação de alimentos e medicamentos (FDA, na sigla em inglês) anunciou, na última terça (19), a liberação do primeiro remédio já criado para combater especificamente a depressão pós-parto.

A droga, chamada brexanolona (e que terá o nome comercial de Zulresso, nos EUA), é fabricada pela Sage Therapeutics. Ela age em até 48 horas nas pacientes, mas precisa ser administrada por via intravenosa ao longo de 60 horas, segundo a FDA. Por isso, e por poder causar sonolência e tontura, sua aplicação tem de ser feita em um centro médico.

É a primeira vez que a depressão pós-parto, a mais frequente das doenças ligadas à gravidez (afeta mais de 25% das brasileiras, e uma em cada sete mulheres nos EUA), ganha um tratamento considerado eficaz. Até então, as pacientes eram tratadas com antidepressivos comum, cujos efeitos podiam demorar semanas e nem sempre aconteciam.

A brexanolona é uma versão sintética de um hormônio esteroide chamado alopregnanolona, que o corpo humano fabrica naturalmente. Durante a gravidez, os níveis de alopregnanolona aumentam significativamente (até quase 30 vezes, segundo estudos), regredindo a seu nível normal logo após o parto.

Essa oscilação do hormônio é considerada responsável por mudanças no cérebro que, em algumas mulheres, contribuem para a depressão e a ansiedade. A brexanolona se liga a receptores cerebrais e modifica a resposta ao estresse, mas seu mecanismo de ação não foi completamente determinado.

Dois testes clínicos com cerca de 250 mulheres de idades entre 18 e 45 anos que tinham depressão pós-parto mostrou que, num período de 60 horas após a ingestão da droga, metade das que a tomaram não tinha mais sinais clínicos de depressão. Os efeitos de uma única infusão do medicamento duraram por até 30 dias.

A fabricante da brexanolona está testando atualmente uma versão da droga em formato de pílula. A pesquisa está na fase de estudos clínicos e ainda não foi aprovada pela FDA.

O custo do medicamento, segundo a Sage Therapeutics, varia de US$ 20 mil a US$ 35 mil.

O que é a depressão pós-parto

No Brasil, em cada quatro mulheres, mais de uma apresenta sintomas de depressão no período de 6 a 18 meses após o nascimento do bebê, segundo estudo da Escola Nacional de Saúde da Fiocruz.

O Ministério da Saúde brasileiro define a doença como “uma condição de profunda tristeza, desespero e falta de esperança que acontece logo após o parto”. Ela traz inúmeras consequências ao vínculo da mãe com o bebê, sobretudo no que se refere ao aspecto afetivo.

A literatura cita efeitos no desenvolvimento social, afetivo e cognitivo da criança, além de sequelas prolongadas na infância e adolescência.

Um estudo feito pela Escola de Medicina da Universidade da Califórnia mediu como a depressão da mãe afeta negativamente o desenvolvimento cognitivo de seu filho: em uma escala de 1 a 19, o QI verbal médio das crianças de 5 anos analisadas foi de 7,64. O desempenho daqueles que tinham mães profundamente deprimidas era de 7,30, enquanto os filhos de mães sem depressão alcançaram 7,78.

Mais raramente, a depressão pós-parto pode evoluir para uma forma mais agressiva e extrema, conhecida como psicose pós-parto.

 

TEXTO RETIRADO DO SITE: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/primeiro-remedio-para-depressao-pos-parto-liberado-nos-eua-23539310

Inteligência não é o fator mais importante para atingir o sucesso. Entenda por quê!

Inteligência não é o fator mais importante para atingir o sucesso. Entenda por quê!

Autora de um bestseller sobre o assunto, a psicóloga Angela Lee Duckworth ganhou milhões de adeptos com sua TED Talk e afirma que talento e inteligência não são os únicos indicadores de sucesso; “Garra é ter resistência”, falou

Em maio de 2013, Angela Lee Duckworth apresentou sua teoria sobre o sucesso em uma TED Talk. Ela levou apenas seis minutos para explicar por que a garra (ou grit, em inglês) era fundamental.

Quatro anos, um bestseller e uma bolsa de estudos da Fundação McArthur (conhecida como o “prêmio dos gênios”) depois, a ideia continua ganhando adeptos pelo mundo.

Basicamente, garra é a habilidade pessoal de escolher um objetivo de longo prazo e não abandoná-lo, apesar dos obstáculos e dificuldades que inevitavelmente surgirão no caminho.

Isso exige uma mistura intensa de paixão e perseverança. Mas será que essas características podem ser desenvolvidas?

A faísca da pesquisa veio quando a acadêmica tinha 27 anos e começou a ensinar matemática para crianças no sétimo ano. Analisando suas notas, ela percebeu uma relação inusitada entre os melhores desempenhos e inteligência: não eram necessariamente os mais inteligentes ou talentosos que iam bem, e sim os mais determinados.

“Eu tinha plena certeza de que cada um dos meus alunos era capaz de aprender o conteúdo caso se dedicasse tanto quanto necessário”, contou.

A ideia ganhou forma durante seu mestrado em Psicologia na University of Pennsylvania, onde ela é professora atualmente. Foi lá que Duckworth desenvolveu a “escala de grit”, que previa o sucesso de alunos em uma instituição militar ou uma competição de soletração, por exemplo, ambos cenários bastante desafiadores.

“Minha pergunta era: ‘Quem aqui é bem sucedido e por quê?’”, lembra. “Em diferentes contextos, uma característica se destacou como um indicador significativo de sucesso – e não foi a inteligência social, a boa aparência, a saúde física ou o Q.I. Foi a garra.”

Garra e growth mindset

Para começar, é preciso ser realista. A psicóloga diz que é impossível obrigar-se a se interessar por algo que você não se interessa, mas ao ativamente buscar e aprofundar seus interesses, é possível criar garra para se aprimorar naqueles assuntos.

Essa garra, assim como um sentimento de esperança ou resiliência, vai mantê-lo no caminho mesmo quando surgirem inevitáveis contratempos.

Um dos jeitos que Duckworth oferece para desenvolvê-la na prática é saber mais sobre a mentalidade de crescimento, ou growth mindset.

Desenvolvido por Carol Dweck, uma professora da Stanford University, esse conceito afirma que, ao aprender como o cérebro humano funciona e responde a desafios, o indivíduo tem uma probabilidade maior de perseverar depois de um fracasso porque entende que aquilo não é uma falha pessoal ou permanente.

“Em um estudo, ensinamos às crianças que todas as vezes que elas se forçam a sair de sua zona de conforto para aprender algo novo e difícil, os neurônios em seus cérebros conseguem formar conexões novas e mais fortes, e com o tempo, elas podem ficar mais espertas”, explicou Dueck.

“Estudantes que não aprenderam a cultivar essa mentalidade continuaram a apresentar notas cada vez mais baixas, mas aqueles que aprenderam essa lição deram um grande salto.”

Quando o significado de esforço e dificuldade é transformado, como é o caso da mentalidade de crescimento, as dificuldades servem como estímulos – e fortalecem o sentimento de garra.

Garra, no fim, é saber manter-se resiliente apesar dos obstáculos, sejam eles externos ou internos. “É viver a vida como se fosse uma maratona, não uma simples corrida”, resume Duckworth. Sem isso, objetivos ambiciosos e de longo prazo simplesmente não serão atingidos, pois a pessoa não saberá se manter firme ao persegui-los.

Vídeo disponível em:

 

Fonte:

Na Prática

 

Novo composto para tratar bactérias resistentes

Novo composto para tratar bactérias resistentes

A resistência antimicrobiana já é responsável por 25.000 mortes na União Europeia todos os anos. Esta pesquisa pode abrir caminho para um novo tratamento de superbactérias que ameaçam a vida.

Um novo composto que mata superbactérias resistentes a antibióticos foi descoberto por cientistas da Universidade de Sheffield e do Science and Technology Facilities Council (STFC).

A equipe, liderada pelo professor Jim Thomas, do Departamento de Química da Universidade de Sheffield, está testando novos compostos desenvolvidos por sua aluna de doutorado Kirsty Smitten sobre as bactérias gram-negativas resistentes a antibióticos, incluindo a E. coli patogênica.

Cepas de bactérias gram-negativas podem causar infecções, incluindo pneumoniainfecções do trato urinário e infecções da corrente sanguínea. Elas são difíceis de tratar, pois a parede celular das bactérias evita que as drogas entrem no microrganismo.

A menos que a ameaça da resistência antimicrobiana emergente rapidamente seja controlada, estima-se que em 2050 mais de 10 milhões de pessoas poderiam morrer todos os anos devido a infecções resistentes aos antibióticos.

Os médicos não tiveram disponível um novo tratamento para as bactérias gram-negativas nos últimos 50 anos, e nenhuma droga potencial entrou em ensaios clínicos desde 2010.

O novo composto de drogas tem uma série de oportunidades interessantes. Como o professor Jim Thomas explica: “Como o composto é luminescente, ele brilha quando exposto à luz. Isso significa que a absorção e o efeito sobre as bactérias podem ser seguidos pelas técnicas avançadas de microscópio disponíveis na Central Laser Facility (CLF) do STFC.

“Este avanço pode levar a novos tratamentos vitais contra superbactérias que ameaçam a vida e pode ser uma nova solução para o crescente risco representado pela resistência antimicrobiana”.

Os estudos em Sheffield e na CLF mostraram que o novo composto possui vários modos de ação, tornando mais difícil a resistência emergir nas bactérias. O próximo passo da pesquisa será testá-lo contra outras bactérias multirresistentes.

Em um relatório recente sobre patógenos resistentes aos antimicrobianos, a Organização Mundial da Saúde colocou várias bactérias gram-negativas no topo da sua lista, afirmando que novos tratamentos para essas bactérias eram “Priority 1 Critical” porque elas causam infecções com altas taxas de mortalidade, tornam-se rapidamente resistentes a todos os tratamentos disponíveis e são frequentemente identificadas em infecções hospitalares.

A pesquisa, publicada na revista ACS Nano, descreve o novo composto que mata E. coli gram-negativa, incluindo um agente patogênico resistente a múltiplos fármacos dito ser responsável por milhões de infecções resistentes a antibióticos em todo o mundo por ano.

Original: https://www.news.med.br/p/medical-journal/1339378/novo+composto+que+mata+superbacterias+resistentes+a+antibioticos+foi+descoberto+por+pesquisadores+da+universidade+de+sheffield.htm

Gastroenterologia

Pergunta: Brunna (Universidade Federal do Maranhão)
Olá, Dr., Estou entrando no internato no próximo semestre e venho pensando bastante na escolha da especialização. Gostaria então de saber como é o mercado para Gastroenterologista. Quais as expectativas do mercado, remuneração, qualidade de vida…? Obrigada

Resposta :

Considerando que um médico, depois de concluído a residência, vai trabalhar naquela especialidade por mais 40 anos, é extremamente importante que a escolha seja bem feita e acima de tudo bastante racional.
Os aspectos fundamentais na escolha são :
1. Qual a qualidade de vida que essa especialidade vai me permitir ? Essa qualidade está de acordo com meus planos de vida ?
2. Que remuneração essa especialidade vai me permitir ? Essa remuneração combina com minhas ambições financeiras ?
3. Como vai ser meu dia a dia de acordo com a especialidade que escolher ? Vou me sentir confortável com esse cotidiano ?
A chave do sucesso na escolha racional da especialidade é , sem dúvida, o melhor conhecimento de cada especialidade; principalmente em relação aos 3 itens citados.
O teste vocacional do nosso site poderá te ajudar, mas também procure conversar com alguns especialistas das áreas mais prováveis para vc e veja o grau de satisfação deles com a própria escolha.

Gastroenterologia ( incluindo a endoscopia digestiva ) é uma especialidade clínica com residência de 2 anos de duração e com pré requisito de 2 anos de residência em clinica médica.
Gastro é uma boa especialidade porque além de permitir boa qualidade de vida, é bastante rentável pela grande incidência de exames complementares como endoscopias altas e baixas, CPRE, gastrostomias endoscópicas e grande frequência na população de patologias dessa especialidade, como gastrites, úlceras, esofagites, diarréias, colites…
A Gastro permite aos seus especialistas boa qualidade de vida, bom tempo livre e ótima remuneração
Na gastro, mesmo atendendo somente convênios, se o profissional fizer 5 consultas ( juntamente com seus procedimentos) por dia e atender 5 dias da semana, terá um faturamento mensal de cerca de R$ 20.000,00 apenas dos convênios , além do faturamento de pacientes particulares.

Sucesso

Mário Novais

 

Tratamento para Miastenia Gravis

Tratamento para Miastenia Gravis

A miastenia gravis ocorre em todas as idades, algumas vezes associada a um tumor tímico ou tireotoxicose, bem como na artrite reumatoide e no lúpus eritematoso. É mais comum em mulheres jovens com HLA-DR3; se o timoma está associado, os homens mais velhos são mais comumente afetados. O início geralmente é insidioso, mas o distúrbio às vezes é desmascarado por uma infecção coincidente que leva à exacerbação dos sintomas. As exacerbações também podem ocorrer antes do período menstrual e durante ou logo após a gravidez. Os sintomas são devidos a um grau variável de bloqueio da transmissão neuromuscular causada pela ligação de autoanticorpos aos receptores de acetilcolina; estes são encontrados na maioria dos pacientes com a doença e têm um papel principal na redução do número de receptores funcionais de acetilcolina. Além disso, a atividade imunológica celular contra o receptor é encontrada.

Tratamento:

Os medicamentos anticolinesterásicos fornecem benefícios sintomáticos sem influenciar o curso da doença. Neostigmina, piridostigmina ou ambas podem ser usadas, sendo a dose determinada individualmente. A dose habitual de neostigmina é de 7,5 a 30 mg (média de 15 mg) por via oral, tomada quatro vezes ao dia; de piridostigmina, 30-180 mg (média, 60 mg) por via oral quatro vezes ao dia. A supermedicação pode aumentar temporariamente a fraqueza. Uma ampla gama de medicamentos (por exemplo, aminoglicosídeos) pode exacerbar a miastenia gravis e deve ser evitada.

A timectomia deve ser realizada quando um timoma está presente. Um estudo randomizado multicêntrico demonstrou o benefício da timectomia, mesmo na ausência de um timoma radiologicamente identificável, com melhora da força, menor necessidade de imunossupressão e menor número de hospitalizações no grupo tratado cirurgicamente. Assim, a timectomia deve ser considerada em todos os pacientes com menos de 65 anos, a menos que a fraqueza seja restrita aos músculos extra-oculares. Se a doença é de início recente e apenas lentamente progressiva, a operação é às vezes adiada por um ano ou mais, na esperança de que a remissão espontânea ocorra.

O tratamento com corticosteróides é indicado para pacientes que responderam mal aos medicamentos anticolinesterásicos. Alguns pacientes experimentam exacerbação transitória de fraqueza e até desenvolvem insuficiência respiratória nas primeiras 1-2 semanas se os corticosteroides forem iniciados em altas doses (por exemplo, prednisona 1 mg / kg / dia). Portanto, em pacientes estáveis, os corticosteróides são introduzidos gradualmente no cenário ambulatorial. A prednisona pode ser iniciada com 20 mg por via oral diariamente e aumentada em incrementos de 10 mg por semana para um alvo de 1 mg / kg / dia (dose máxima diária de 100 mg). Para pacientes hospitalizados com miastenia gravis e tratados com imunoglobulina intravenosa ou plasmaférese, a dose mais alta pode ser dada inicialmente porque o início mais rápido da ação das duas primeiras terapias atenua a queda inicial na força devido aos corticosteróides. Os corticosteróides podem ser prescritos como tratamento em dias alternados ou diários, com a terapia em dias alternados reduzindo potencialmente os efeitos colaterais. Uma vez que o paciente tenha estabilizado na dose inicial alta, os corticosteroides podem gradativamente ser reduzidos a um nível de manutenção relativamente baixo (por exemplo, 10 mg de prednisona por via oral diariamente) à medida que a melhora ocorre; total retirada é difícil, no entanto.

O tratamento com azatioprina pode ser eficaz em permitir uma dose menor de corticosteróides. A dose habitual é de 2 a 3 mg / kg por via oral diariamente após uma dose inicial mais baixa. Outros agentes imunossupressores que são usados ​​na miastenia gravis para reduzir a dose de corticosteroides incluem micofenolato mofetil, rituximabe, ciclosporina, metotrexato e tacrolimus. Em pacientes com incapacidade maior, a plasmaferese ou a terapia com IVIG podem ser benéficas e ter eficácia semelhante. Também é útil para estabilizar os pacientes antes da timectomia e para gerenciar crises agudas.

 

Fonte:

Papadakis, M; Mcphee, S; Current Medical Diagnosis & Treatment 58 ed. New York: Lange, 2019

Medicina Legal e Perícia Médica

Pergunta : Reinaldo (Universidade CEUMA- Maranhão)

Olá, me interesso muito pela área de perícia médica e medicina legal e estou pensando em fazer residência. A vezes fico indeciso se seria mais interessante fazer residência em outra área e posteriormente fazer um curso de pós-graduação ou se arrisco e entro direto no programa de residência ofertado pela USP. Qual sua opinião sobre isso? A área de perícia seria secundária ou o médico perito tem bons rendimentos apenas exercendo essa área?

Resposta :

Existem dois caminhos para vc escolher e tudo vai depender muito de que maneira vc vai encarar o seu dia a dia no futuro.

Se fizer somente a residência em Perícia e Medicina legal o seu dia a dia será sempre o de assuntos dessa área.

O outro caminho seria vc fazer qualquer outro tipo de especialidade e depois alguns cursos de perícia secundariamente.

O médico perito poderá ter uma boa remuneração depois de algum tempo de formado e dependendo dos contatos que tiver feito em termos de network com a área judicial ( o que vai facilitar sua indicação por magistrados ).

Algumas informações sobre a especialidade poderão ser uteis para vc se imaginar no dia a dia dessa área.

A Medicina Legal é vista como especialidade que “cuida de cadáveres”. Entretanto, seu campo é muito mais amplo: ela auxilia a ciência das normas, o Direito, aplicando conhecimentos médico-biológicos, para que a sociedade consiga atingir um bem maior: a justiça. Na prática cotidiana, o especialista em Medicina Legal utiliza a ciência médica para esclarecer fatos que interessam em um processo judicial ou administrativo. Para tanto, ele lança mão de conhecimentos de toda a Medicina, extrapolando, às vezes, para outras áreas das ciências biológicas. Sua área de atuação são as perícias médicas de qualquer natureza, que se constituem em elementos de prova fundamentais quando as normas (penais, civis, administrativas etc) exigem conhecimentos médicos para serem executadas. A formação de um perito médico exige, além de conhecimentos médicos e de adequadas noções de Direito, o aprendizado e o domínio de critérios específicos, que estabelecem a ligação entre os parâmetros médicos e os jurídicos. No Brasil essa formação é deficiente e deformada. O Programa de Residência Médica em Medicina Legal tem como principal objetivo formar profissionais capazes de atuarem nos diversos segmentos que compõe a Medicina Legal, visando resolver problemas da justiça na esfera pericial, como mostra o presente artigo ( informações fornecidas pelo site da Faculdade de Medicina da USP –artigo do dr Dr.Daniel Munoz- titular de Medicina Legal da USP.)

A especialidade é realmente “pesada “, tanto do ponto de vista técnico porque exige grandes conhecimentos de várias áreas da medicina como clinica, cirurgia, ortopedia, neurologia, anatomia, fisiologia…, como também exige profundos conhecimentos da área jurídica. É uma especialidade onde se lida muito com a burocracia, processos volumosos, trabalhos periciais, processos indenizatórios que podem influir fortemente em futuros de famílias inteiras…

Na variada temática objeto da Medicina Legal, pode-se traduzir sua divisão, da seguinte forma:

Antropologia forense – Procede ao estudo da identidade e identificação, como a datiloscopia, papiloscopia, irologia, exame de DNA, etc., estabelecendo critérios para a determinação indubitável e individualizada da identidade de um esqueleto ;

Traumatologia forense – Estudo das lesões e suas causas;

Asfixiologia forense – analisa as formas acidentais ou criminosas, homicídios e autocídios, das asfixias, sob o prisma médico e jurídico (esganadura, estrangulamento, afogamento, soterramento, etc.);

Sexologia forense – Trata da Erotologia, Himenologia e Obstetrícia forense, analisando a sexualidade em seu tríplice aspecto quanto aos efeitos sociais: normalidade, patológico e criminológico;

Tanatologia – Estudo da morte e do morto;

Toxicologia – Estudo das substâncias cáusticas, venenosas e tóxicas, efeitos das mesmas nos organismos. Constitui especialidade própria da Medicina, dada sua evolução.

Psicologia e Psiquiatria forenses – Estudo da vontade, das doenças mentais. Graças a elas determina-se a vontade, as capacidades civil e penal;

Polícia científica – atua na investigação criminal.

Além disso existem ainda as necrópsias, que nem todos os médicos têm facilidade para lidar com elas ( nem todos especialistas em medicina legal são obrigados a fazê-las ). É uma especialidade triste e complexa e o status desses profissionais deixa a desejar. Existe mesmo um preconceito da população em relação aos legistas ( a maioria das mães não gostaria de ver seus filhos casados com uma médica legista; prefeririam que eles casassem com um clínico, um pediatra ou um cirurgião ).

Por outro lado, o mercado de trabalho é bastante bom, desde que vc tenha um bom relacionamento no meio jurídico para que possa ser indicada com frequência para atuar como perita do juiz ou mesmo perita assistente das partes envolvidas em um processo.

Uma pericia simples como de uma lesão corporal média em um acidente automobilístico ( que o perito não vai gastar mais de 2 horas para confeccionar o laudo ) pode render ao perito cerca de R

$ 5.000,00, mas uma perícia grande, tipo a de um homicídio, pode render honorários acima de R$ 50.000,00.

A residência médica em Medicina Legal e Perícia tem a duração de 3 anos e são oferecidas em poucos serviços e com um número reduzido de vagas.

Sucesso

Mário Novais

Correlação entre tempo de sono e diabetes

Correlação entre tempo de sono e diabetes

Um estudo publicado no periódico Diabetes Care em abril de 2019, por pesquisadores da Universidade de Chicago, analisou os impactos de distúrbios do sono e desajustes no ciclo circadiano nos índices glicêmicos de paciente portadores de Diabetes Tipo 2 (DM2).

O estudo foi realizado com base numa coorte de 962 pacientes com sobrepeso/obesos com pré-diabetes ou recentemente diagnosticados, ainda não tratados para DM2. Foi realizado um teste de tolerância oral a glicose e questionários para avaliar o padrão de sono dos participantes. Foi verificada má qualidade de sono em 54% dos entrevistados, e dentre esse grupo o risco de apneia do sono era mais elevado que o restante. A Hemoglobina Glicada (HbA1c) estava significativamente acima dos padrões para aqueles pacientes que dormiam menos que 5h por noite ou mais que 8h.

O estudo conclui que tanto o sono breve quanto o prolongado foram associados a medidas de glicemia adversas, e o sono de curta duração e trabalho por turnos foram associados a maiores índices de massa corporal (IMC). Por fim, os pesquisadores dizem que são necessárias mais análises profundas, com avaliações de sono mais objetivas e precisas para correlacionar melhor disfunções do sono e o índice glicêmico em diabéticos.

Fonte: http://care.diabetesjournals.org/content/early/2019/05/03/dc19-0298

10 dicas para estudar melhor, segundo a ciência

10 dicas para estudar melhor, segundo a ciência

O segredo para aprender e ir bem nas provas (de qualquer tipo) não é estudar mais, é estudar melhor e a eficiência é chave para não desacelerar o aprendizado. Confira 10 dicas cientificamente comprovadas para melhorar seus estudos.

Estudar é mais uma das atividades em que focar na eficiência é mais benéfico do que na quantidade. Inclusive, segundo a ciência, estudar muito – prática chamada pelos especialistas de “overlearning” – prejudica o aprendizado. Isso porque a capacidade das pessoas de relembrar um conteúdo tem um limite definitivamente menor do que sua capacidade de estudo.

Para aumentar a produtividade na hora de aprender – e diminuir tempo e estresse – o site americano que cataloga universidades Best Colleges compilou diversas dicas para estudar melhor (e menos!), comprovadas pela ciência.

 

10 dicas para estudar eficientemente, segundo especialistas

#1 Impeça a “curva do esquecimento”

Os cientistas começaram a explorar o fenômeno psicológico “curva do esquecimento” em 1885. Ainda hoje, continua sendo um fator importante a ser considerado quando se estuda. Essencialmente, ele diz que a primeira vez que você ouve uma aula ou estuda algo novo, tem a melhor chance de retenção, de até 80%, do que aprendeu apenas revendo o conteúdo novamente dentro de 24 horas.

E – bônus – isso tem um efeito cumulativo. Depois de uma semana, você terá capacidade de reter 100% das mesmas informações após apenas cinco minutos de análise. Geralmente, os psicólogos concordam que este tipo de intervalo estudando – e não estudando – é o melhor. Para otimizar seu tempo de estudo, aproxime-o mais do dia em que você teve contato com o material do que do dia da prova.

#2 Utilize material impresso

Tablets e outros meios eletrônicos são ótimos para conveniência e portabilidade. No entanto, pesquisas sugerem que, quando se trata de estudar na faculdade, os materiais impressos tradicionais ainda têm vantagem.

Mesmo que alguns pesquisadores argumentem que adotar novos hábitos ao usar uma interface digital melhora a experiência acadêmica, mais de 90% de alunos entrevistados em um estudocompreensivo disseram preferir uma cópia impressa a um dispositivo digital quando se trata de estudo e trabalho escolar.

Além disso, um professor de psicologia da Universidade de Leicester, na Inglaterra, descobriu que os alunos precisam de mais repetição para aprender quando leem na tela do computador em comparação a quando consultam apenas material impresso.

#3 Faça conexões

Muitos especialistas consideram que a diferença entre quem aprende rápido e devagar é a maneira como estudam: em vez de memorizar, os alunos mais rápidos fazem conexões entre as ideias.

Conhecido como aprendizagem contextual, o processo é crucial e exige que cada aluno personalize seus próprios métodos de aprendizagem, fazendo conexões que relacionem as informações para começar a se encaixar e fazer sentido.

#4 Estude quando estiver cansado – e descanse em seguida

A quarta das dicas para estudar melhor pode parecer contraintuitiva a princípio, de acordo com a ciência, faz sentido.

Estudar quando você está mais cansado imediatamente antes de dormir pode realmente ajudar seu cérebro a reter concentrações mais altas de habilidades novas, como falar uma língua estrangeira ou tocar um instrumento. Existe até um termo para isso: “sleep-learning” (em português, “aprendizado do sono”).

Isso porque o processo de consolidação da memória está em seu melhor momento durante o sono “de ondas lentas”. O que significa que a revisão do material antes de dormir pode realmente ajudar o cérebro a reter as informações.

#5 Não releia, relembre

Esse método de estudar foi tema em 2009, quando um professor de psicologia da Universidade de Washington em St. Louis publicou um artigo na Psychological Science aconselhando os alunos contra o hábito de leitura e releitura.

Segundo ele, ler e reler os materiais podem levar os estudantes a pensarem que conhecem bem o conteúdo, mesmo quando não é verdade.

Em vez disso, ele sugere que os alunos utilizem “recordação ativa”, fechando o livro e recitando tudo o que podem lembrar para praticar a memorização a longo prazo.

#6 Use o sistema Leitner

O sistema Leitner (na imagem destacada desta publicação) é o mais conhecido para utilizar “cartões de memorização”. Ele serve para que os estudantes aprendam o conteúdo com o qual estão menos familiarizados pela repetição.

Na prática, o aluno coloca todos os cartões com perguntas na caixa 1. Em seguida, pega cada cartão e tenta responder a pergunta. Se acertar a resposta, coloca-o na caixa 2. Se errar, deixa-o na caixa 1. O estudo passa para as caixas seguintes e a premissa permanece. A única diferença é que nas próximas se o estudante errar, deve voltar o cartão para a caixa anterior. Assim, os cartões na primeira caixa são estudados com mais frequência.

#7 Pense sobre o pensar

Especialistas defendem o uso do método testado e comprovado de aprendizagem chamado metacognição, ou “pensar sobre o pensar” – e essa é a sétima do compilado de dicas para estudar vindas da ciência.

Aplicado ao estudo, os alunos precisam avaliar constantemente seu nível de habilidade e progresso. Além disso, monitorar cuidadosamente seu bem-estar emocional quando realizam atividades potencialmente estressantes. A premissa é de que a metacognição ajude em uma retenção mais consciente e efetiva do conteúdo.

#8 Varie o conteúdo

Cientistas comprovaram que é melhor variar o tema ao estudar, em vez de se concentrar apenas em uma área. No entanto, é aceitável e até mesmo preferível unir campos de assuntos relacionadas ou semelhantes.

Por exemplo, em vez de apenas memorizar vocabulário em outro idioma, misture também a leitura. Se estiver estudando matemática, inclua vários conceitos juntos, em vez de apenas um.

#9 Mude de cenário

Embora isso possa ser óbvio para alguns alunos, outros podem esquecer que uma mudança tão simples quanto de cenário pode ter um grande impacto nas habilidades de aprendizado.

Um psicólogo da UCLA, por exemplo, apontou que trocar de local de estudo aumenta pode aumentar os níveis de retenção de informações e concentração.

Mudar de cômodo já é o bastante, mas os especialistas também recomendam ir “um passo além” estudando ao ar livre

#10 Assuma o papel de “professor” 

Pesquisas mostram que os alunos têm melhor chances de recordação ao aprenderem novas informações quando têm a expectativa de ensiná-las a outra pessoa. Além disso, estudos também sugerem que os alunos se engajam mais e instintivamente buscam métodos de recordação e organização para o papel de “professor”.

Por isso, a última das dicas para estudar mais eficientemente é: de tiver oportunidade, experimente ensinar o que aprendeu a um colega ou até a um “colega imaginário”. O importante é ter a expectativa de “ser professor” desde o momento de estudo, porque é ela que proporciona os benefícios.

Texto retirado de:

10 dicas para estudar melhor, segundo a ciência