Clínica Médica – Widoctor

Olimpíada Brasileira de Medicina Interna

Olimpíada Brasileira de Medicina Interna

Estão abertas as inscrições para a II Olimpíada Brasileira de Medicina Interna do Conselho Federal de Medicina (CFM). A proposta é incentivar a pesquisa científica e a competição pelo conhecimento entre estudantes do sexto ano de graduação de medicina e residentes em clínica médica.

O candidato será submetido a prova escrita objetiva realizada por meio eletrônico no dia 29 de maio, às 20h. Serão oitenta questões testes, com quatro alternativas cada, nas áreas básicas de Medicina Interna. Para essas questões, apenas uma alternativa será considerada correta.

 

Os prêmios serão atribuídos a cada um dos melhores desempenhos por categoria (sexto anista, R1, R2, R3 de clínica médica). “O objetivo dessa competição é incentivar, valorizar de forma lúdica, o profissional que tem interesse em se capacitar ou que está em treinamento na área de medicina interna”, destaca a coordenadora-adjunta da Câmara Técnica do CFM, Maria do Patrocínio Nunes.

 

As olimpíadas são totalmente gratuitas. Os participantes irão receber certificado e os vencedores receberão ajuda de custo e passagens para receber certificado de vencedor em Brasília durante o IV Fórum de Clínica Médica do CFM, no dia 12 de julho de 2019.

 

Fonte: http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28222:2019-05-14-13-17-56&catid=3

 

Inscrições/Edital: http://www.inscricoes.fmb.unesp.br/principal.asp

GH em excesso pode ser sinal de doença rara

GH em excesso pode ser sinal de doença rara

A hipófise é uma glândula endócrina tão pequena quanto uma ervilha e se localiza na base do crânio, no meio da cabeça e diretamente atrás do nariz. Apesar de seu tamanho, a sua importância para o desenvolvimento humano é enorme: além de controlar a função das glândulas da tireoide e adrenal, a hipófise também produz somatotropina, conhecido como o hormônio do crescimento.

A somatotropina é secretada durante toda a vida e particularmente durante o sono. Enquanto nas crianças seu principal papel é o crescimento esquelético, em adultos o hormônio do crescimento está envolvido no metabolismo dos músculos, dos ossos e do tecido adiposo. Porém, quando esse é produzido de forma descontrolada e liberado em grandes quantidades, problemas como gigantismo e acromegalia podem ocorrer.

Como regra geral, o gigantismo ocorre em crianças e adolescentes, pois os ossos ainda estão crescendo e são suscetíveis aos efeitos do hormônio do crescimento, e a acromegalia atinge adultos entre os 30 e 50 anos e conta com sinais e sintomas que vão desde dores articulares e suor excessivo, a alterações nas feições faciais, pele, dentes e voz.

“A acromegalia pode afetar as pessoas de formas diferentes. Ao longo do tempo, as mudanças físicas vão ficando mais evidentes, como por exemplo: um anel que não serve mais, sapatos mais apertados, alteração na aparência física… Mesmo assim, mudanças drásticas só são percebidas quando o quadro já está avançado, pois outros sintomas são facilmente tidos como parte normal do envelhecimento”, explica o Dr. André Mello, Gerente Médico da Endocrinologia e Oncologia da Ipsen.

Os sintomas comuns da acromegalia são dores articulares, cefaleias, fadiga, HAS, problemas no coração e mau-humor exacerbado. Esse quadro, principalmente quando visto em mulheres a partir dos 40 anos, ainda podem ser encarados como o começo da menopausa. “A síndrome do túnel do carpo também é comum em pacientes com acromegalia. Ao procurarem pela ajuda de um profissional para tratar as dores, por exemplo, o médico pode acabar passando uma medicação apenas para amenizá-la. A doença em si, muitas vezes, só vai ser diagnosticada quando a pessoa nota a mudança física, forte característica de um estágio já avançado”, reforça.

Causas

De acordo com a World Alliance of Pituitary Organizations, um tumor benigno não-canceroso na hipófise chamado adenoma é a principal causa de acromegalia, ocorrendo em 98% dos casos. Esse tumor produz hormônio do crescimento, o que leva a uma alta nos níveis de somatotropina no sangue. Por sua vez, a alta desse nível faz com que o fígado produza o fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1).

“Muito IGF-1 no sangue leva a um aumento anormal de ossos e tecidos, podendo causar também uma resistência à insulina, levando ao diabetes. Embora estudos genéticos estejam em andamento, a maioria dos casos de acromegalia não são herdados e nós ainda não sabemos exatamente o que desencadeia um adenoma”, complementa.

Diagnóstico e tratamento

Como mencionado, a acromegalia é uma doença rara com alguns sintomas que são comuns e, por essa razão, o diagnóstico correto pode levar um tempo para acontecer. Mesmo assim, é possível que o primeiro profissional a desconfiar de um quadro envolvendo o hormônio do crescimento seja um clínico geral, quando procurado para ajudar no tratamento das dores de cabeça e nas articulações, ou até mesmo um dentista que pode apontar o aumento nos espaços entre os dentes ou da língua.

De qualquer forma, ao desconfiar de um quadro mais sério, é possível que o atendimento secundário seja feito por um endocrinologista, o mesmo profissional que será o ponto de contato central caso o diagnóstico de acromegalia seja concluído.

“Uma vez diagnosticado, os tratamentos podem variar entre cirurgia para remoção do adenoma de hipófise, medicamentos capazes de inibir a produção excessiva de hormônios no organismo, aliviando os principais sintomas da doença. Além disso, há também a possibilidade de terapia com radiação ou uma combinação entre os três citados”, conta o médico.

Fonte:

SnifDoctor

O papel da família na prevenção e no controle do diabetes

O papel da família na prevenção e no controle do diabetes

Em todo o globo, mais de 425 milhões de pessoas têm diabetes – no Brasil, esse número é de 13 milhões. Os dados são da International Diabetes Federation (IDF), responsável pela campanha mundial que, para este ano, chama atenção ao papel do núcleo familiar para prevenção e controle da doença. Por meio do Novembro Diabetes Azul, a iniciativa mobiliza pessoas envolvidas no cuidado ao paciente que, em todo o mundo, atuam para difundir informação de qualidade e promover educação acerca da patologia.
Nacionalmente, o Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, contará com atividades de Norte a Sul, que podem ser conferidas no site oficial da campanha. No país, a ação é promovida pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), instituição responsável pela reinserção do Novembro Diabetes Azul no Calendário de Eventos do Ministério da Saúde. “Foi um avanço importante da Advocacy da Sociedade com a ADJ Brasil e a FENAD, além de mais um grande passo para a integração com o staff técnico-político do Ministério da Saúde”, comenta Hermelinda Pedrosa, médica endocrinologista e presidente da SBD.

Apoio familiar impacta diretamente o manejo do diabetes

De acordo com a especialista, o tema da campanha chama atenção para influências comportamentais e clínicas da família, que representa o grupo primário de relacionamentos e é capaz de impactar a saúde de seus integrantes. “O diabetes é uma doença crônica e exige mudanças efetivas nos hábitos cotidianos do paciente e da família, inclusive na relação com alimentos e exercícios físicos. É um processo educacional contínuo”, afirma.
Tal questão é ainda mais presente quando o diabetes acomete crianças e adolescentes. Isso porque as atitudes familiares repercutem na aceitação ou não dos mecanismos de enfrentamento da doença. Assim, Pedrosa destaca que todo o núcleo familiar deve estar envolvido, já que no diabetes tipo 1 é dos pais a responsabilidade dos cuidados.
“O manejo da doença é complexo e demanda integração com todas as atividades diárias. O ambiente no qual a pessoa está inserida tem papel fundamental na forma como ela lida com o diabetes, e isso impacta o sucesso ou a falha do tratamento”, avalia a presidente da SBD.

Cuidado específico para cada tipo de diabetes

O diagnóstico do diabetes tipo 1 acontece geralmente na infância e adolescência, o que aumenta a responsabilidade familiar. Aqui, englobam-se alimentação saudável, controle da glicemia, condução da insulinoterapia, identificação e ação perante episódios de hipoglicemia. “A atenção especial da família ao processo de transição, conforme a criança cresce e chega à adolescência, é fundamental para que a conscientização e o autocuidado se ampliem naturalmente”, reforça Pedrosa.
Já o diabetes tipo 2 surge, em geral, na fase adulta e está ligado à resistência à ação e diminuição da produção de insulina no pâncreas, ação deficiente de hormônios intestinais, dentre outros. A obesidade, dislipidemia (elevação do colesterol e triglicerídeos), hipertensão arterial, histórico familiar da doença ou de diabetes gestacional, e o processo de envelhecimento são os principais fatores de risco. O tratamento demanda mudanças no estilo de vida – ao receber o diagnóstico do diabetes, as adaptações da rotina devem ser intensificadas, sobretudo na eliminação de alimentos inadequados e do sedentarismo.  Principalmente nesse caso, a família também pode ter impacto tanto positivo quando negativo na qualidade de vida.
“O envolvimento proativo da família aumenta o comprometimento de quem recebeu o diagnóstico, seja criança, adolescente, adulto ou uma pessoa idosa, e motiva um seguimento com mais chance de êxito resultando em melhor controle, mais qualidade de vida e menor frequência de complicações. Além disso, favorece o engajamento a associações de pessoas com diabetes, para buscar melhorias para o tratamento nas esferas governamentais e, claro, em campanhas de alerta para prevenção”, afirma a presidente da SBD.

Fonte:

Snif Doctor

Dúvida : Cirurgia ou Clínica ?

Pergunta : Felipe ( Universidade Federal de Minas Gerais )

Primeiramente parabéns pelo site!! Excelente!! Estou no quinto ano de faculdade e tenho um problema se assim posso dizer,pois gosto na mesma proporção da área clinica e cirúrgica, gostaria de saber quais áreas que eu conseguiria conciliar a prática clinica e a cirúrgica.

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Clínica Médica no Paraná ou Infectologia na USP

Pergunta : Carlos Insfran ( Universidade Federal de Mato Grosso )

Bom dia Dr. Mário Novais, parabéns pelo site, realmente é guia para muitos estudantes e médicos. Sou estrangeiro, paraguaio, tenho 28 anos, revalidei meu diploma no ano de 2012, e prestei as provas para a residência ao final do ano passado. Estou interessado em fazer Clínica Médica, passei em vários concursos, mas na verdade fiz um grande esforço para vir ao Brasil e quero fazer minha residência no melhor hospital possivel, já que depois tenho pensado voltar ao meu país para praticar e compartilhar o aprendido

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Insatisfação com a Clínica Médica

Pergunta: Arthur Neto ( universidade Federal do Espírito Santo )

Sou R1 de clínica médica e não estou muito satisfeito.Logo após a graduação comecei a fazer Ortopedia ,mas na época achei a rotina muito pesada e tive problemas pessoais que me fizeram desistir.Hoje estou na dúvida se desisto da clínica e faço Ortopedia novamente ou se termino a clínica.Sinto falta do centro cirúrgico ,mas fazer prova de novo me desanima.As áreas da clínica que faria seriam endócrino ou nefro.Sei que as escolhas são pessoais ,mas você como profissional experiente o que pensa sobre o assunto?Grato pela atenção

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Ultrassonografia para Clínica Médica

Pergunta: Welligton Araujo ( Universidade Federal do Amazonas )

Dr. Mário, para quem vai seguir clínica médica, existe algum programa de residência/pós-graduação em Ultrassonografia? Minha intenção é aprender a manusear, realizar e interpretar melhor os resultados, pois nem sempre temos radiologista a disposição, principalmente no interior.

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Clínica Médica Como Especialidade

Pergunta: Yan Carvalho ( Universidade Federal do Rio de Janeiro )

Gostaria de saber a respeito da rotina, retorno financeiro, requisitos e carga horária média de um clínico geral. Dentro da medicina gosto de muitos temas e por isso nunca deixei de pensar em seguir esta “especialidade”, mas a impressão que tenho é que para este profissional as boas oportunidades são raras e o retorno financeiro é ingrato. Obrigado pela atenção.

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