Técnicas de Estudo – Página: 2 – Widoctor

Como sublinhar

Como sublinhar

A primeira fase de nossos estudos é fundamental para preparar nosso material e compreende uma leitura compreensiva com posterior marcação seletiva. Antes de iniciarmos qualquer estudo, devemos nos perguntar quais os temas que merecem nossa maior atenção, isto é, quais as matérias (e quais as pegadinhas) que mais costumam cair nas provas dos concursos. Uma das melhores formas de saber para onde o “vento está soprando” é fazer questões. Muitas questões!

Bem, não é aconselhável que já iniciemos nossa leitura fazendo marcações, pois corremos o risco de selecionar muitas ideias irrelevantes e conceitos duplicados. Desse modo, primeiro realizamos uma leitura lenta e compreensiva e, só assim, iniciaremos nossa marcação. Nesse momento, atenção: para selecionarmos um conceito a ser sublinhado, este deve cumprir 3 condições simultaneamente:

  1. Que não o saiba.
  2. Que não possa deduzi-lo com o que sei.
  3. Que seja importante para a prova.

Por exemplo, todos sabemos que um infarto agudo do miocárdio cursa com dor retroesternal, que irradia para membro superior esquerdo e mandíbula. Desse modo, será fácil identificarmos esse caso clínico em uma questão. Além disso, por ser um conceito muito básico, dificilmente irá ser cobrado dessa forma nos concursos… Lembre-se: ECONOMIZE sua memória! Por mais que fossem 2, 3 linhazinhas, deixe-as! Ao final dos milhares de páginas que temos que estudar para uma prova de residência, 3 linhas por capítulo farão grande diferença!

Aqui seguem mais algumas dicas para que façamos nossas marcações de maneira inteligente:

  • É melhor termos a sensação de que estamos sublinhando pouco. Inclusive porque, durante as revisões, poderemos sempre marcar conceitos novos que acreditemos ser importantes.
  • Evite as duplicações. Devemos trabalhar nossa memória visual, deste modo, evite estudar dois temas por materiais diferentes. Por exemplo, não estude Doença de Kawasaki (uma vasculite infantil) nos livros de reumatologia E de pediatria. Escolha um e, se necessário, complete-o com informações adicionais.
  • Para facilitar ainda mais a memorização, tente fazer esquemas/quadros com o resumo dos pontos principais.
  • Apesar de ser muito pessoal, não aconselha-se usar mais de 2 cores para sublinhar. Geralmente uma para o texto em geral e outra, mais chamativa, apenas para as palavras chave.

 

Referência: Guía del Alumno 2015 – Academia AMIR (um curso preparatório para as provas de residência médica na Espanha).

Autor: Igor Torturella

Mapas mentais

Mapas mentais

Os mapas mentais são uma ferramenta utilizada para facilitar o aprendizado e a memorização em longo prazo de qualquer tipo de conteúdo. Foi desenvolvido na década de 70 pelo inglês Tony Buzan, mas tem ganhado muito espaço nos dias de hoje no contexto da Programação Neurolinguística.

De forma simples, o mapa mental auxilia no processo de organização das ideias, numa forma de hierarquização que ajuda a compreender melhor as informações. Geralmente, estamos acostumados a anotar as informações (seja de aulas ou de livros) de maneira passiva, numa simples repetição. Quando se monta um mapa mental, você fragmenta o conteúdo de forma a criar um raciocínio lógico, o que facilita a memorização.

Para montarmos um mapa mental, é preciso apenas papel, canetas coloridas, criatividade e vontade. Em uma folha de papel lisa, comece escrevendo, no centro, o tema sobre o qual você irá trabalhar. A partir daí, puxe setas para os principais tópicosrelacionados ao tema em destaque e, em seguida, continue a ramificação com novos sub-tópicos (procure escrever do centro para as extremidades). Utilize palavras-chave do texto de referência, sempre atento aos principais conceitos daquele tema. Lembre-se de utilizar letras grandes e coloridas, uma vez que o estímulo visual (e, portanto, a memorização) será maior. Também é permitido o uso de imagens e desenhos que simbolizem o conteúdo abordado.

 

Antes de seguirmos para os exemplos práticos, atente-se para os seguintes conceitos:

  1. Utilizamos apenas palavras-chavede cada ideia.
  2. Existe uma hierarquia dos conceitos, de modo que os conceitos mais gerais estejam mais próximos do centro.
  3. Esta hierarquia decrescente de importância pode ser comparada com uma árvore: raiz, troncos, galhos, ramos e folhas.

 

Observe os exemplos de mapas a seguir. Procure um estilo que combine mais com você e que facilite seu estudo e memorização.

Fonte: BOVO Viviani, HERMANN Walther. Mapas Mentais: enriquecendo inteligências. Campinas, SP, 2005.

3 dicas importantes para estudar anatomia

3 dicas importantes para estudar anatomia

Até que enfim chegou um momento muito esperado: iniciar o curso de medicina! Junto a isso vem a árdua tarefa de estudar, estudar e estudar… memorizar, memorizar e memorizar. Logo no primeiro período/ano o montante de temas assusta. Diante desse novo mundo, tentaremos ajudar com algumas dicas!

Inicia-se o curso de medicina e uma das grandes expectativas dos novos alunos são as disciplinas a serem estudadas.  A anatomia surge, então, como uma grande novidade, que por um lado representa uma carga de felicidade, já que explicita rapidamente o tão aguardado estudo do corpo humano, principalmente em suas aulas práticas e, por outro, uma grande preocupação, uma vez que lança sobre o aluno uma imensa quantidade de detalhes que devem ser memorizados.

Então, o que fazer? 

  1. VISUALIZE! 

Criar associações é um bom caminho para o nosso cérebro. Para isso, a utilização de desenhos e mapas mentais costumam dar ótimos resultados. Saber onde se localizam as estruturas é indispensável.

Dessa forma, não fique como uma máquina apenas tentando decorar nomes de cada parte e de cada detalhe desse complexo “mundo” que é o corpo humano. A memorização é só mais um passo do processo. Visualizando, você poderá relacionar o nome à estrutura.

Cada estudante se adapta a uma melhor forma de associação. Assim, caso não conheça uma fórmula já estruturada, crie a sua!

 

  1. AULAS PRÁTICAS –  ANATÔMICO

 

Valorize esse momento! Agora é a sua oportunidade de ir além dos mapas mentais e das imagens de livro. É a hora em que poderá exercitar sua memória experiencial (se essa palavra é nova para você: que se desenvolve ou pode ser ocasionado a partir da experiência; cuja essência tem teor EXPERIMENTAL), que é ainda mais efetiva nesse processo de estudo.

Essa técnica, é claro, não exclui a anterior. Pelo contrário, devem ser trabalhadas concomitantemente. Estão intimamente relacionadas.

Se tiver oportunidade, disseque! Ponha em prática!

  1. MEMORIZE!

Nessa disciplina há uma quantidade muito grande de nomes a serem aprendidos. Nesse sentido, a capacidade de memorização deve ser exercitadaÉ mesmo um treino!

Apesar de esse tópico entrar como o último nas nossas dicas, não quer dizer que ele seja o menos importante ou que, ainda, deva ser feito somente após a visualização e a prática. É interessante e mais efetivo para o aprendizado da anatomia, que ele seja feito antes, para que, na presença das imagens e das peças anatómicas, se tenha uma boa noção do que se está visualizando.

Uma boa técnica é fazer a utilização de flashcards, pois, por meio deles, pode-se repassar rapidamente o novo vocabulário adquirido.

Mas o que escrever nos flashcards?

Depende do seu objetivo. Se quer memorizar definições, escreva de um lado do cartão o nome, por exemplo, de uma estrutura e do outro sua definição. Mas se seu objetivo é memorizar a função de uma dada estrutura, escreva de um lado o nome da mesma e do outro, claro, a função. Da mesma forma, pode-se aplicar essa técnica para associar as imagens aos seus nomes e/ou às suas funções.

Autor: Celso Neto

Os 10 melhores métodos de estudo

Os 10 melhores métodos de estudo

Association for Psychological Science publicou recentemente um trabalho realizado por um grupo de psicólogos, no qual foram analisadas 10 técnicas de estudo, sendo estas classificadas de acordo com sua eficiência: utilidade baixa, moderada e alta. Durante a preparação para concursos, dicas como estas podem ser uma “mão na roda”! Então vamos lá!

 

As técnicas consideradas de utilidade alta foram:

Realização de testes práticos: grandes exemplos são os simulados. Além disso, a pesquisa aponta duas variáveis que aumentam ainda mais a eficiência da técnica: quantidade (quanto mais testes, melhor) e repetição do teste quando não acertamos a questão.

Prática distribuída de estudos: consiste na programação de um cronograma de estudos. Principalmente nos concursos que exigem grande quantidade de matérias, a prática do “estudar tudo de uma vez” tem efeitos péssimos a longo prazo. Portanto, planeje-se a longo prazo, estabelecendo metas diárias de estudo.

Agora passaremos para as técnicas descritas como de utilidade moderada:

Elaboração de perguntas: consiste em criar perguntas que expliquem um fato, gerando explicações mais complexas sobre a veracidade do assunto. Sempre pergunte-se: “Por que isso é verdade?” ou “Por que isso faz sentido?”.

Explicar o conteúdo para si mesmo: trata-se de explicar como os conteúdos se relacionam entre si ou simplesmente explicar o passo a passo da lição. Quando terminamos de estudar determinado conteúdo, podemos ter certeza que estamos dominando-o completamente quando somos capazes de ensiná-lo para alguém (desse modo, atue simultaneamente nos papéis de aluno e professor).

Estudo intercalado de diferentes conteúdos: misturar diferentes matérias em uma mesma sessão de estudos ajuda a fixar o conteúdo, uma vez que o cérebro é obrigado a retomar um tema visto anteriormente, acessando a memória de longo prazo.

Por fim, as técnicas de baixa utilidade:

Resumo: o grande problema desta técnica é que nem sempre o estudante consegue saber quais são as ideias principais de um texto, correndo o risco de simplesmente reescrever o texto todo com outras palavras.

Grifar textos: compartilha o problema descrito anteriormente. Além disso, muitos estudantes grifam grandes blocos. Esse excesso de conteúdo prejudica a capacidade de relembrar o que era de fato importante.

Associação mnemônica: são as famosas associações, sejam com frases ou imagens. Entretanto, nem todos os conceitos podem ser associados a algo… Também não parece ser muito eficiente para a memorização a longo prazo.

Associação de imagens com textos: consiste, resumidamente, na elaboração dos mapas mentais. A técnica ajuda a organizar o assunto de uma maneira mais clara. Na realidade, foi classificada como de baixa utilidade porque os pesquisadores não conseguiram identificar com clareza em quais situações o método dá certo.       

Releitura: consiste na releitura de um texto, logo após uma leitura inicial, com o objetivo de relembrar os detalhes. Apesar da fácil execução, a técnica foi considerada muito ineficaz, quando comparada às demais. Na verdade, recomenda-se que a pausa entre a leitura e a revisão seja um pouco maior (alguns dias).

De posse destas informações, devemos utilizar nosso senso crítico: uma técnica pode ser muito boa para um, e um desastre para outro. Confesso que sou adepto de todas as técnicas descritas como de baixa utilidade, mas sempre foram muito úteis para mim. Procure técnicas que se adequem à sua realidade, tentando aproveitar ao máximo de todas as dicas possíveis! E vocês, quais são as técnicas de estudo que costumam usar? Deixe seu comentário, sua participação é muito importante! Até a próxima!

Fontes: Guia do Estudante – Editora Abril; www.psychologicalscience.org

Autor: Igor Torturella

Ansiedade durante a prova

Ansiedade durante a prova

Anônimo: Olá! Tem alguma maneira natural de curar a ansiedade? Sou estudante pré-universitário, quero medicina, mas minha insegurança, ansiedade… Me atrapalham muito! Mas isso só acontece na hora da prova… As mãos ficam suadas e começa a tremer… Muito ruim isso! Poderia me ajudar, por favor?

  1. Você não tem problema, você está com um problema.

Entenda que não tem nada de errado com você.  Você estuda o ano inteiro para ter seus conhecimentos medidos em poucas provas. Essa situação que você está vivendo pode acontecer com qualquer um. Não tem nada para “se curar”. Não se julgue e nem se culpe por isso. Só vai perder tempo e foco e ganhar sofrimento.

  1. Mude o foco

Se você passar o ano se preocupando que vai ficar nervoso na prova é certeza que você vai ficar nervoso na prova. Sua cabeça fica tão acostumada com essa ideia que ela acaba sendo inevitável. Relaxe um pouco e encare isso como mais um desafio que vai ser superado esse ano.

  1. Estude

Isso é obvio, mas precisa ser falado. Quanto mais você sabe a matéria, maior a chance de você ficar calmo e ir bem. Além disso, se acontecer algum imprevisto durante a prova, menor a de ir mal.

  1. Priorize

Se você já tem uma boa base da matéria, estuda bastante e o seu “problema” é principalmente durante as provas, então você pode gastar um pouco menos de tempo nos estudos e mais tempo se concentrando na solução.

  1. Simule

Faça simulados. Se caso não esteja matriculado em um curso pré-vestibular ou se o seu não oferece, encontre provas na internet e as faça como se fosse o dia da prova. Se possível, faça toda a semana. Sinta toda aquela pressão que você sente e vá treinando como se controlar. Se você estiver relaxado durante o simulado, feche os olhos e imagine-se ficando nervoso durante a prova e tudo de ruim que acontece com você. Agora simule as atitudes que você pode tomar naquele momento para melhorar, como parar um pouco e respirar fundo, ir ao banheiro ou comer uma barra de cereal.

  1. Planeje a prova

Saiba quanto tempo tem a prova. Tire a 20- 30 minutos para passar o cartão de respostas. Considere o tempo que você precisa para relaxar um pouco caso fique nervoso. Decida quantos minutos vai gastar na redação. Com o tempo que sobrou, calcule quanto você pode gastar em cada questão. Durante os simulados teste o que funciona melhor para você.

  1. Aprenda a ser calmo.

É natural que durante esse ano você esteja uma “pilha de nervos”. Utilize os momentos mais estressantes do dia-a-dia para treinar a ficar mais calmo. Foque nisso e faça das reclamações dos seus pais um treino diário. Tire um pouco da tensão com exercícios físicos, meditação ou yoga.

Autor: Fabrício Gawryszewski

Considerações sobre o estudo

Considerações sobre o estudo

GERAIS:

  • “Uma longa viagem começa com um único passo” (provérbio chinês);
  • “Você pode se você acredita que pode.”;
  • Usamos apenas 4% do potencial de nosso cérebro;
  • Quando se está estressado, o aproveitamento médio é de 10 a 20%;
  • Quando se está tranquilo, o aproveitamento médio é de 70 a 100%;
  • Saber não ocupa espaço, o cérebro não lota;
  • Gostar ou fingir gostar da matéria aumenta o aproveitamento.

FAÇA UM PROJETO DE ESTUDO:

  • Tenha um objetivo positivo (vou ser aprovado neste concurso);
  • Assuma compromisso com você mesmo (seja persistente);
  • Tenha autodisciplina (domínio próprio);
  • Organize-se (planeje e execute);
  • Use a Acuidade (prestar atenção e concentrar-se);
  • Equilibre estudo, descanso e lazer.

DICAS DE MEMORIZAÇÃO:

  • Estabelecer relações e associações;
  • Identificar uma utilidade prática para o que está aprendendo
  • Ensinar (até para si mesmo);
  • Usar mnemônicos.

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO:

  • Causas de falta de tempo: falta de compromisso/desorganização/sobrecarga;
  • Não se estresse com o tempo, administre-o;
  • Aprenda a dizer NÃO. Evite perder tempo com coisas que não agreguem valor;
  • Estabeleça prazos (tipo: vou estudar 3 folhas por dia);
  • Faça um quadro geral de horários  de estudos;
  • Mantenha o local de estudo arrumado. Não perca tempo se achando.

APROVEITAMENTO DAS AULAS:

  • Aproveite a sala de aula. Preste atenção;
  • Não divague durante as aulas;
  • Não perca tempo julgando o Professor;
  • Leia a matéria em casa e resuma-a;
  • Revise o resumo 7/7 ou 10/10 dias.

O AMBIENTE DE ESTUDO:

  • Silêncio ou música leve;
  • Luminosidade e temperatura devem estar adequadas;
  • Evite posições viciosas;
  • Use roupas confortáveis;
  • Desligue telefone;
  • Evite receber visitas no horário de estudo.

DICAS PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE:

  • Obedeça seu quadro de horário, mas seja flexível;
  • Escolha o local de estudo (confortável, bem iluminado, sem ruídos);
  • Separe todo o material necessário para o estudo;
  • Procure relaxar antes de começar a estudar e concentre-se;
  • A cada hora de estudo, faça um  intervalo de 5 a 10 minutos;
  • Faça alongamentos a cada hora de estudo;
  • Não divague durante o estudo;
  • Divida a matéria do dia em partes de 2 a 3 folhas;
  • Faça uma leitura preliminar sem compromisso (não tentando fixar nada);
  • Faça a segunda leitura concentrando-se e prestando atenção;
  • Marque os pontos que achar mais importante;
  • Ao terminar o assunto ou as 3 folhas faça um esquema ou resumo;
  • Revise o resumo a cada 7 ou 10 dias;
  • Faça lembretes em pequenos pedaços de papel e cole pela casa.

GERAIS PARA AS PROVAS:

  • Use roupas confortáveis;
  • Não faça prova com fome;
  • Goste de fazer prova;
  • Fique calmo, respire fundo quando precisar;
  • Procure relaxar antes de iniciar a prova;
  • Controle o tempo da prova.

DICAS PARA AS PROVAS:

  • Faça uma leitura superficial da  questão sem se preocupar em responder;
  • Faça a segunda leitura de cada questão, agora com atenção;
  • Responda primeiro as questões fáceis;
  • Volte e tente responder as questões difíceis;
  • Nas questões discursivas, faça um resumo do itens que usará na resposta;
  • Faça revisão geral da prova. Use todo o tempo disponível.

(Extraído do livro “Como Passar em Provas e Concursos” – William Douglas)

10 passos que vão aumentar seu rendimento nos estudos

10 passos que vão aumentar seu rendimento nos estudos

1) Se acalme!

Antes de tudo, se acalme. Vale muito mais gastar 2 minutos se acalmando e estudar mais concentrado do que começar logo e estudar nervoso com a concentração comprometida.

2) Seja agradecido!

Pare por um segundo e pense nas vantagens da sua vida. Não fique divagando sobre seus problemas. Apenas lembre-se de alguns pontos positivos e de que ter a possibilidade de estudar é um grande privilégio.

3) Aceite o desafio!

Além de estudar, ter desafios na vida também é um privilégio. Lembre-se de como é bom poder estar vivendo mais esse desafio. Nesse momento, o seu esforço define quem você é e não os resultados.

4) Visualize sua próxima hora!

Você, mais do que ninguém, sabe quais os pensamentos que irão te atrapalhar durante a próxima hora. Conhecendo-os, antecipe-se e pense como reagir a cada um deles de forma que sua vontade de alcançar seus objetivos seja superior.

5) Esqueça o resto!

Não importa como foi a hora anterior, seu dia ou sua semana.

Também não importa o que você vai fazer daqui a duas horas, amanhã ou durante a semana (e principalmente no final do ano). Você decidiu estudar agora e isso é tudo que importa nesse momento.

6) Saiba a importância dessa hora!

Os resultados só aparecem no final. Os resultados são consequência direta do seu esforço nessa hora. Lembre-se de que se você se concentrar somente no seu estudo, estará dando um passo em direção aos seus objetivos.

7) Aprenda a gostar da matéria!

Não olhe para nenhuma matéria com desgosto. Pense como ela é importante para seus objetivos e que qualquer conhecimento deve ser valorizado.

8) Veja a matéria que vai estudar!

Observe quais são os tópicos. Enquanto faz isso, descubra o que vai aprender e pense positivamente sobre isso.

9) Respire fundo!

Feche os olhos e respire bem fundo algumas vezes, tente se concentrar somente na respiração e esvaziar a cabeça de qualquer pensamento.

10) Mentalize sua vitória!

Coloque-se no momento da vitória. Imagine-se comemorando. Visualize as consequências boas dessa vitória para seu futuro. E sorria.

Controle o tempo da prova

Controle o tempo da prova

Se você vai fazer prova para residência médica, é fundamental que controle o tempo da prova. Algumas provas tem duração de 4 horas, outras de 5 horas. Sugerimos aqui uma maneira diferente de dividir o tempo que pode te ajudar muito.

Divida a prova em 5 blocos de 20 questões cada e siga a orientação de tempo abaixo. Somente passe para o próximo bloco quando esgotar o tempo destinado àquele bloco. Use o tempo que estiver sobrando para fazer revisão de próprio bloco.

 

Cursos preparatórios para a prova de residência

Cursos preparatórios para a prova de residência

Por mais que o estudante de medicina esteja em uma boa (ou mesmo ótima) faculdade, os cursos preparatórios para a prova de residência médica representam uma excelente oportunidade de se fazer uma revisão das matérias do currículo médico e com isso fortalecer a base cientifica tão importante para se conseguir uma boa carreira profissional.

Fazer o cursinho no sexto ano, estudando organizadamente, fazendo bastante exercícios e principalmente treinando com provas dos anos anteriores, será suficiente para ser aprovado na prova para residência.

Também pode ser uma boa estratégia fazer o curso de forma “light” no quinto ano e no sexto ano fazer um curso mais prático ( que já é fornecido no formato de casos clínicos ) e ainda frequentar os “intensivões”, fornecidos por esses cursos.

O mais importante é você ir monitorando o seu desempenho durante o curso e verificando seus resultados nos testes simulados. Apesar do ponto de corte para a maioria das especialidades estar na faixa dos 70 %, de um modo geral seu objetivo deve ser o de pontuar cerca de 80 % nos simulados, para ser aprovada com tranquilidade.

Vários professores de faculdades de medicina criticam os cursinhos, pois acham que representam desprestígio para suas faculdades e forçam os estudantes a “abandonarem” o internato com objetivo de se dedicarem ao preparo para a prova de residência.

Minha opinião pessoal é a de que os cursos preparatórios funcionam como um complemento das faculdades e com certeza tem seu valor.

Autor: Mário Novais

Administração do tempo

Administração do tempo

A faculdade de medicina é altamente consumidora de tempo porque além do horário praticamente integral ainda aparecem seminários, trabalhos, provas e começam os plantões.

Alguns conseguem lidar com essa roda viva com facilidade, mas a maioria apresenta dificuldades de administrar o tempo e fazê-lo render. Com isso vem o estresse e consequentemente a falta de concentração.

Isso é comum e o caminho para resolver isso é aprender a administrar o tempo fazendo um esquema de horários relativamente rigoroso e seguindo algumas regras básicas que vão relacionadas abaixo

Procure relaxar porque quanto mais você pensa que não está rendendo, mais isso acontece…

Relaxe que as coisas melhoram…

DICAS PARA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO

Todos tem falta de tempo ou administram mal o seu tempo?
2. Tempo nunca volta: é irrecuperável?
3. Você não tem tempo para se organizar e continua perdendo tempo por causa da desorganização?
4. Durante o dia, você apenas apaga incêndios ou produz realmente?
5. Filtre a leitura do jornal pelas manchetes;
6. Ambiente de trabalho arrumado aumenta muito sua produtividade;
7. Mesa e gavetas arrumadas evitam perda de tempo;
8. Desligue rádio e TV para se concentrar;
9. Organize bem seus arquivos;
10. Divida  sua jornada de trabalho em períodos;
11. As pessoas são mais eficientes em determinados horários do dia;
12. Conheça seus horários de maior eficiência e use-os para tarefas mais importantes;
13. Faça uma agenda diária;
14. Somente desrespeite sua agenda se alguém ou algum fato realmente agregar valor;
15. Inclua atividades de lazer na sua agenda diária;
16. Duas ou três férias curtas no ano são melhores do que uma longa;
17. Trabalhar pela família 24 horas por dia não ajuda a família, afasta-a
18. Não leve trabalho para casa;
19. Faça uma lista de tarefas pendentes, divida-as em prioridades A, B ou C;
20. Estabeleça cronogramas;
21. Sua sala deve ter um relógio (não virado para os pacientes);
22. Se precisar produzir mesmo, tranque a porta  e tire o telefone do gancho;
23. Cuidado com as montanhas de papéis;
24. Acelere sua leitura usando o dedo ou uma ponteira como orientador;
25. Quando receber um cartão, anote logo na agenda e jogue-o fora;
26. Saia da sua sala, circule;
27. Ficar de pé na sua sala pode acelerar visitas indesejáveis ou prolongadas;
28. Use o viva-voz do telefone;
29. Fuja de reuniões;
30. Marque hora para começar e terminar reuniões;
31. Delegue tarefas sempre que possível;
32. Quando começar uma tarefa, faça-a até o final;
33. Aprenda a dizer NÃO; não assuma compromissos em excesso.

Autor: Mário Novais