Atividades extracurriculares

Atividades extracurriculares

Pergunta: Andre Gehler (Universidade Federal de Pelotas)

Olá, estou no segundo ano de medicina da minha universidade e gostaria de saber que atividades seriam sugeridas, extracurriculares, que eu poderia fazer e seria benefício para mim no momento. Obrigado

Resposta :

Durante a faculdade, considerando que a grade curricular já beneficia as diferentes áreas da medicina, o aluno não deve desviar muito sua atenção do currículo e deve investir em fazer bem as cadeiras da faculdade.

Estágios extracurriculares logo no inicio da faculdade, de um modo geral são feitos em serviços sem muita orientação e os acadêmicos ficam “largados”, com chance de realizarem procedimentos errados e prejudicarem não apenas os pacientes, mas também sua própria consciência.

As monitorias das faculdades são interessantes e valem pontos nas análises curriculares posteriores, assim como algumas cadeiras eletivas que a maioria das faculdades de medicina oferece.

Por volta ou após o quinto ano médico, se a faculdade não proporcionar isso, é fundamental que o acadêmico passe pelo menos 6 meses num serviço de emergência, tipo pronto atendimento e 6 meses numa UTI.

Esses 2 estágios são fundamentais na formação de qualquer profissional médico, independente da especialidade que vá seguir.

Sucesso

Mário Novais

Burnout em estudantes de medicina

Burnout em estudantes de medicina

burnout (esgotamento) é uma realidade no curso médico. Fatores para isso não faltam: pilhas de material para estudar, pouco tempo de sono, hábitos alimentares ruins, demandas familiares, pouca ou nenhuma atividade física, má administração do tempo e metas pouco realistas.

A síndrome de burnout acontece quando você se sente sobrecarregado(a) e incapaz de dar conta de tantas exigências. Conforme o estresse continua, você começa a perder o interesse e a motivação que o levaram a assumir seus desafios.

Tudo isso reduz a sua produtividade e esgota a sua energia, podendo levá-lo(a) a sentir-se cada vez mais desanimado(a), incapaz, cínico(a) e amargurado(a).

O burnout não acontece da noite para o dia, então é importante que você reconheça os sinais precoces desse esgotamento e lide com eles:

– fadiga prolongada

– exaustão intelectual

– sensação de que o cérebro é incapaz de reter mais informação

– falta de vontade de estudar

– declínio na performance acadêmica

– desinteresse pelos tópicos de estudo

Dicas práticas para evitar o burnout e aumentar sua performance acadêmica:

– seja pragmático: se você sabe que não terá tempo de ler um livro de 800 páginas, estude aquilo que será cobrado.

– preste atenção nas aulas e tome nota apenas das coisas que você sabe que serão úteis quando estiver estudando aquele assunto mais tarde.

– não deixe a matéria se acumular. Deixar para estudar muita coisa em cima da hora aumenta o estresse e a sensação de incapacidade.

– descubra quais são os assuntos que seus professores preferem cobrar, conversando com colegas que já passaram por aquelas matérias, e foque seu estudo neles.

– respeite sua necessidade diária de sono. Não adianta estudar por horas a fio se o seu cérebro não retiver aquela informação. Cuidado com o abuso de café!

– estabeleça pausas no seu estudo, respeitando os sinais do seu corpo. Por exemplo, se você estuda por 2 horas seguidas, faça um intervalo de 15 minutos. Saia do quarto, caminhe, coma algo saudável. Mas não se deixe persuadir a abandonar o estudo após as pausas! Estabeleça limites de tempo e respeite-os.

– procure estudar junto com colegas que estejam comprometidos em obter sucesso. Eles vão estimular você quando estiver cansado. Vocês também irão complementar o estudo um do outro com dicas e livros que o outro não conhecia.

É isso! Fique tranquilo e bons estudos!

Baseado em tradução livre de:

“Dealing with study burnout”

 

Por Julio Xerfan

Graduação sanduíche

Graduação sanduíche

Pergunta: Joana Guedes (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Ola Dr Mário, gostaria de saber sobre graduação sanduíche, se vale a pena fazer, em específico na Espanha, pois lá não é tão falado quanto EUA ou Canadá, mas parece ter boas oportunidades, o que o senhor poderia me dizer?

Resposta :

A Graduação Sanduiche faz parte do projeto Ciência sem Fronteiras.

O Ciência sem Fronteiras foi lançado em 2011 com a meta de conceder 101 mil bolsas até 2014. Para se inscrever é preciso apresentar teste de proficiência no idioma aceito pela instituição de destino e ter cumprido no mínimo 20% e, no máximo, 90% do currículo do curso de graduação.

A bolsa concedida aos candidatos selecionados custeará a permanência do aluno por até 12 meses para a realização de estudos em tempo integral. Os estudantes também terão auxílio-instalação, seguro-saúde, auxílio-deslocamento para aquisição de passagens aéreas e auxílio-material didático.

Ao todo são 20 países de destino: Reino Unido, Bélgica, Canadá, Holanda, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Coréia do Sul, Espanha, EUA, Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, Japão, Áustria.

A experiência de morar fora do país por uma ano e poder participar do ensino em uma universidade diferente da sua, será altamente enriquecedora e com certeza vai ser a maior experiência da sua vida; não apenas cientificamente , mas também culturalmente, além de aumentar muito seu ciclo de relacionamentos e contato com novas culturas.

Do ponto de vista cientifico e dependendo do seu interesse futuro em alguma especialidade, a escolha poderá recair em países diferentes.

Considerando alta tecnologia, EUA, Alemanha e Canadá poderiam representar as melhores escolhas.

Considerando cultura e áreas sociais, a França, o Reino Unido e a Coréia do Sul seriam ótimas escolhas.

Se valorizar diversidade cultural em país desenvolvido, a Austrália, Suécia, Noruega e Japão podem ser uma boa escolha.

A Espanha atualmente está em grave crise econômica e mesmo social e acho que não deveria ser a melhor escolha, embora seja um dos países mais desenvolvidos na área de oftalmologia.

De qualquer modo, para qualquer país onde vc for, será uma excelente experiência. Não perca essa oportunidade.

Sucesso

Mário Novais

Como estruturar artigos científicos

Como estruturar artigos científicos

Durante a sua vida profissional e principalmente no início de carreira, o médico precisa aprender a preparar um trabalho científico para ser apresentado em congressos ou para ser publicado em revistas médicas.

É importante que o médico aprenda a divulgar seus conhecimentos, sua experiência e suas descobertas. É um compromisso que ele deve ter com a ciência, já que suas experiências podem ser úteis para outros médicos e, em última instância, para os pacientes.

Além disso, a publicação de artigos, de revisões, de descrição de casos, comunicações prévias ou qualquer outro tipo de trabalho científico, são importantes para o currículo médico, pois serão de grande valor por ocasião de concursos.

Se você pretende mandar algum artigo para uma revista médica, procure na própria revista a orientação que é dada para os autores, de modo que seu trabalho obedeça as instruções dos editores.

De uma maneira geral a estrutura dos trabalhos científicos é uniforme:

  1. Título

O título do trabalho deve ser simples, procurando exprimir com poucas palavras o conteúdo do trabalho

  1.  Autores

Os nomes do autor e dos co-autores podem vir abreviados ou por extenso. No rodapé da primeira folha deve ser citado a titulação dos autores e o local de trabalho dos mesmos

  1.  Resumo

Um resumo, não maior do que uma página e, de preferência, contendo não mais que 250 palavras, deve sintetizar todo o trabalho e deve conter :

  • Um comentário geral sobre o assunto (um parágrafo)
  • Método cientifico utilizado
  • Resultados
  • Conclusão
  1.  Introdução

A introdução tem como objetivo situar o autor no assunto a ser discutido no trabalho. Consta de uma revisão bibliográfica sobre o assunto, procurando familiarizar o leitor com a matéria e encerra-se definindo a razão e os objetivos do trabalho

  1.  Método

Neste item são definidos o número de pacientes utilizados, assim como as características destes pacientes e o método cientifico empregado na execução do trabalho

  1.  Resultados

Os resultados devem ser apresentados de forma organizada, utilizando-se a maior quantidade possível de tabelas e gráficos

Neste item apresenta-se apenas os resultados, não se fazendo comentários sobre os mesmos

  1.  Discussão

Aqui os resultados citados no item anterior são comentados pelo autor e se possível comparados com dados de literatura, encontrados por trabalhos correlatos. É uma seção importante, onde o autor vai expressar sua opinião a respeito dos resultados encontrados  e dar sua real contribuição

  1.  Conclusão

As conclusões finais do trabalho devem estar diretamente relacionadas aos objetivos iniciais do trabalho. Estas conclusões devem ser sucintas, evitando-se inferir suposições que não possam ser concluídas por este trabalho

  1. Bibliografia

Neste item devem ser colocadas todas as referências bibliográficas citadas no corpo do trabalho.

Bibliografias usadas pelo autor, mas não citadas no corpo do trabalho não devem aparecer neste item

Existem várias nomenclaturas aceitas para a citação da bibliografia, como:

Deita MR, Sandeus DR. Lafayette AP. Diurnal change in refraction after radial keratotomy. Ophtalmology 1998: 95:130-135.

A citação significa que os autores publicaram na revista Ophtalmology  de 1998, volume 95, páginas de 130 a 135.

 

Por Fabricio Gawryszewski

Postergar a residência médica?

Postergar a residência médica?

Pergunta: Diego Bastos (Hospital Geral Universitário – Cuiabá)

Quero parabenizá-lo pelo site.Excelente! Tenho 23 anos, e estou no 11º semestre do curso, e possuo muita dúvida em relação qual caminho tomar após o término da faculdade de medicina:

 Ingressar direto na Residência Médica ou postergá-la por 1 a 2 anos. Tendo em vista que meus pais não terão condições de continuar me sustentando após o término da faculdade, tenho pensado em trabalhar por 1 a 2 a para juntar dinheiro, visando poder fazer posteriormente uma residência médica mais tranquila, sem excesso de plantões extras, e poder se dedicar a residência. Gostaria de saber qual a sua opinião! Desde já agradeço!

Resposta :

A formação médica é fundamental para sua segurança, tranquilidade e também para a segurança dos seus pacientes e quanto mais cedo vc fizer a residência médica, melhor.

Sugiro que vc se esforce mais um pouco, estude muito e consiga passar na prova de residência (o que já não está tão fácil no momento).

Já no primeiro ano de residência, vc não vai ter dificuldade para se sustentar sem ajuda dos seus pais, porque com o salário de residente (cerca de R$ 2.400,00) e mais um plantão de 24 h semanais (fácil de conseguir e fácil de “dar conta sem cansar muito” –com salário mensal de cerca de R$ 7.000,00 ) vc estará com uma remuneração total de R$ 9.400,00 por mês.

Outra possibilidade é se alistar como voluntário nas forças armadas (marinha e aeronáutica são mais tranquilas de horário), ser aprovado na prova de residência, trancar matricula na residência e ter um ano inteiro de “repouso de estudos”, ganhando um salário de R$ 4 a 5.000,00 nas forças armadas e com mais um plantão de 24 h ( R$ 7.000,00 ) dando um total mensal de R$ 11 a 12.000,00.

Sucesso 

Mário Novais

Educação Financeira: o que é investir?

Educação Financeira: o que é investir?

A palavra “investir” significa aplicar dinheiro e/ou tempo e/ou esforço visando obter algo. Essa definição é bem genérica, de forma que diversos aspectos na vida podem ser considerados investimento. Obviamente que aqui trataremos de investimento financeiro, pois o nosso objetivo é o retorno monetário.

É sempre bom investir, pois os investimentos “trabalham para si mesmos”, ou seja, o montante investido cresce (se tudo der certo) quase de forma independente do seu trabalho, por isso são uma excelente maneira de incrementar sua renda sem que você tenha mais de um emprego ou monte um negócio.

Investir é o melhor caminho para alcançar diversos projetos de vida:

  • Uma aposentadoria segura e confortável
  • Ter uma reserva monetária para se proteger dos imprevistos, como uma demissão, por exemplo
  • Ter uma vida despreocupada, sem ter que contar os dias para o dia do pagamento
  • Comprar a casa própria
  • Fazer a viagem dos sonhos
  • Pagar a faculdade para os seus filhos no futuro

Investir não é fácil: significa adiar um consumo imediato (ex: viajar no final de semana) a fim de obter um ganho maior a longo prazo. Mais ainda, para investir é necessário esforço, conhecer as opções, fazer escolhas, sorte, saber a hora de colocar mais dinheiro e a hora de retirar a aplicação… Isto exige disciplina e força de vontade. Por isso pouquíssimas pessoas investem, principalmente no Brasil, enquanto nos EUA, por exemplo, em média 1 a cada 2 pessoas possui ações na bolsa de valores1.

Vale a pena lembrar que guardar dinheiro na poupança NÃO É INVESTIR. O rendimento da poupança não é dos melhores, principalmente no nosso país, onde a taxa da inflação muitas vezes é superior ao rendimento da caderneta de poupança.

Os nossos bens (materiais ou não) podem ser divididos em ativos e passivos. Os ativos são aqueles geram dinheiro, como por exemplo uma casa de praia que alugamos por temporada. Já os passivos são aqueles geram custos, um carro por exemplo.

Em algumas situações você poderá se deparar com uma dívida e se perguntar: será que devo me desfazer de um ativo para pagar a dívida? Se o rendimento dos seus ativos é menor que o custo gerado pelos seus passivos, a resposta é sim. Vamos exemplificar com valores totalmente hipotéticos:

Vamos supor que você possui uma aplicação e uma dívida de empréstimo, ambos de 1.000 reais, mas a poupança rende 1% ao mês e os juros do empréstimo são de 2% ao mês. Quanto mais tempo você demorar para pagar a sua dívida, maior será o prejuízo no futuro, por isso é melhor arcar com a “facada” logo no início e perder a aplicação do que se encontrar numa situação pior no longo prazo

Por Yan Carvalho.

Mudanças na Residência Médica

Mudanças na Residência Médica

Novas áreas de atuação – bem como novas especialidades médicas – foram homologadas pela nova resolução do Conselho Federal de Medicina e da Comissão Nacional de Residência Médica. Alguns médicos, nesse contexto, precisam ficar atentos às mudanças para atingir seus objetivos profissionais e suas titulações.
É de premissa da Associação Médica Brasileira, do Conselho Federal de Medicina e da Comissão Nacional de Residência Médica dar a normativa sobre este tipo de assunto.
Modificações:
Cancerologia passa a ser chamada → ONCOLOGIA CLÍNICA
Cancerologia Cirúrgica passa a ser chamada → CIRURGIA ONCOLÓGICA
Cancerologia Pediátrica /Especialidade passa a ser → ONCOLOGIA PEDIÁTRICA /Área de Atuação
**Nova Área de Atuação: ESTIMULAÇÃO CARDÍACA ELETRÔNICA IMPLANTÁVEL
Também…
Aprovado pela CNRM (entrará em vigor já para ingresso em 2018): CIRURGIA CARDIOVASCULAR: passa de 4 para 5 anos, RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E ANGIORRADIOLOGIA: passa de 1 para 2 anos
(estas duas decisões estão nas Atas das Plenárias de abril e maio/2017)http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=index.php?option=com_content&view=article&id=13090
Pré-requisitos CIRURGIA DE CABEÇA E  PESCOÇO: Cirurgia Geral OU |Otorrinolaringologia| 1) era apenas Cir. geral 2)esta está na Ata da Plenária de junho/2017, aprovada na semana passada e ainda não publicada) – com isto, os exames para a cirurgia de Cabeça e Pescoço devem conter 50% de conteúdos em Cirurgia Geral e 50% de conteúdos de Otorrinolaringologia
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EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS DA RESOLUÇÃO CFM Nº 2.162/2017
O Decreto nº 8.516, de 10 de setembro de 2015, regulamenta a formação do Cadastro Nacional de Especialistas e estabelece a Comissão Mista de Especialidades – CME, vinculada ao CFM, a qual compete definir as especialidades médicas.
O citado Decreto prevê em seu Artigo 4º, § 2º, que os representantes da CME definirão as demais competências para sua atuação e as regras de seu funcionamento, por meio de ato específico.
Em cumprimento ao referido dispositivo foi homologada pela Resolução CFM nº2.148/2016, a Portaria CME nº 01/2016, que disciplina o funcionamento da Comissão Mista de Especialidades e normatiza o reconhecimento e registro das especialidades médicas e respectivas áreas de atuação no âmbito dos Conselhos de Medicina.
Por conseguinte, a citada Portaria, em seu Artigo 8º, estabelece que:a atualização do rol das especialidades médicas e áreas de atuação reconhecidas, quando ocorrer, será feita por meio de Portaria da CME, que será homologada por resolução do Conselho Federal de Medicina, a qual será publicada no Diário Oficial da União.
Dessa forma, o CFM, por intermédio dessa resolução, dá publicidade à Portaria CME nº 1/2017, onde consta a relação atualizada de especialidades e áreas de atuação médicas aprovadas e reconhecidas por essa Comissão.
ALDEMIR HUMBERTO SOARES -Relator
A COMISSÃO MISTA DE ESPECIALIDADES (CME), no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 8.516, de 10 de setembro de 2015, e considerando o disposto na Lei nº 6.932, de 7 de julho de 1981, e na Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, resolve:
Art. 1º Aprovar a relação de especialidades e áreas de atuação médicas abaixo relacionadas.

  1. A) RELAÇÃO DAS ESPECIALIDADES MÉDICAS RECONHECIDAS:

1.Acupuntura
2.Alergia e Imunologia
3.Anestesiologia
4.Angiologia
5.Cardiologia
6.Cirurgia Cardiovascular
7.Cirurgia da Mão
8.Cirurgia de Cabeça e Pescoço
9.Cirurgia do Aparelho Digestivo

  1. Cirurgia Geral
  2. Cirurgia Oncológica
  3. Cirurgia Pediátrica
  4. Cirurgia Plástica
  5. Cirurgia Torácia
  6. Cirurgia Vascular
  7. Clínica Médica
  8. Coloproctologia
  9. Dermatologia
  10. Endocrinologia e Metabologia
  11. Endoscopia
  12. Gastroenterologia
  13. Genética Médica
  14. Geriatria
  15. Ginecologia e Obstetrícia
  16. Hematologia e Hemoterapia
  17. Homeopatia
  18. Infectologia
  19. Mastologia
  20. Medicina de Emergência
  21. Medicina de Família e Comunidade
  22. Medicina do Trabalho
  23. Medicina de Tráfego
  24. Medicina Esportiva
  25. Medicina Física e Reabilitação
  26. Medicina Intensiva
  27. Medicina Legal e Perícia Médica
  28. Medicina Nuclear
  29. Medicina Preventiva e Social
  30. Nefrologia
  31. Neurocirurgia
  32. Neurologia
  33. Nutrologia
  34. Oftalmologia
  35. Oncologia Clínica
  36. Ortopedia e Traumatologia
  37. Otorrinolaringologia
  38. Patologia
  39. Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial
  40. Pediatria
  41. Pneumologia
  42. Psiquiatria
  43. Radiologia e Diagnóstico por Imagem
  44. Radioterapia
  45. Reumatologia
  46. Urologia
  47. B) RELAÇÃO DAS ÁREAS DE ATUAÇÃO MÉDICAS RECONHECIDAS
  48. Administração em Saúde
  49. Alergia e Imunologia Pediátrica
  50. Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
  51. Atendimento ao Queimado
  52. Cardiologia Pediátrica
  53. Cirurgia Bariátrica
  54. Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial
  55. Cirurgia do Trauma
  56. Cirurgia Videolaparoscópica
  57. Citopatologia
  58. Densitometria Óssea
  59. Dor
  60. Ecocardiografia
  61. Ecografia Vascular com Doppler
  62. Eletrofisiologia Clínica Invasiva
  63. Emergência Pediátrica
  64. Endocrinologia Pediátrica
  65. Endoscopia Digestiva
  66. Endoscopia Ginecológica
  67. Endoscopia Respiratória
  68. Ergometria
  69. Estimulação Cardíaca Eletrônica Implantável
  70. Foniatria
  71. Gastroenterologia Pediátrica
  72. Hansenologia
  73. Hematologia e Hemoterapia Pediátrica
  74. Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
  75. Hepatologia
  76. Infectologia Hospitalar
  77. Infectologia Pediátrica
  78. Mamografia
  79. Medicina de Urgência
  80. Medicina do Adolescente
  81. Medicina do Sono
  82. Medicina Fetal
  83. Medicina Intensiva Pediátrica
  84. Medicina Paliativa
  85. Medicina Tropical
  86. Nefrologia Pediátrica
  87. Neonatologia
  88. Neurofisiologia Clínica
  89. Neurologia Pediátrica
  90. Neurorradiologia
  91. Nutrição Parenteral e Enteral
  92. Nutrição Parenteral e Enteral Pediátrica
  93. Nutrologia Pediátrica
  94. Oncologia Pediátrica
  95. Pneumologia Pediátrica
  96. Psicogeriatria
  97. Psicoterapia
  98. Psiquiatria da Infância e Adolescência
  99. Psiquiatria Forense
  100. Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia
  101. Reprodução Assistida
  102. Reumatologia Pediátrica
  103. Sexologia
  104. Toxicologia Médica
  105. Transplante de Medula Óssea
  106. Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia
  107. C) TITULAÇÕES DE ESPECIALIDADES MÉDICAS

Título de especialista em ACUPUNTURA -Formação: 2 anos– CNRM: Programa de Residência Médica em Acupuntura – AMB:Concurso do Convênio AMB/ Colégio Médico de Acupuntura
Título de especialista em ALERGIA e IMUNOLOGIA – Formação: 2 anos – CNRM: Programa de Residência Médica em Alergia e Imunopatologia – AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia
Título de especialista em ANESTESIOLOGIA – Formação: 3 anos – CNRM: Programa de Residência Médica em Anestesiologia – AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Título de especialista em ANGIOLOGIA – Formação: 2 anos – CNRM: Programa de Residência Médica em Angiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
Título de especialista em CARDIOLOGIA Formação: 2 anos – CNRM: Programa de Residência Médica em Cardiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia
Título de especialista em CIRURGIA CARDIOVASCULAR Formação: 4 anos – CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Cardiovascular  AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Título de especialista em CIRURGIA DA MÃO Formação: 2 anos  CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia da Mão  AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão
Título de especialista em CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia de Cabeça e Pescoço AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Título de especialista em CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO Formação: 2 anos – CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia do Aparelho Digestivo AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Título de especialista em CIRURGIA GERAL Formação: 2 anos (Observação: A partir de 2019 o programa será de 3 anos) CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Título de especialista em CIRURGIA ONCOLÓGICA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Oncológica AMB: Concurso do Convênio AMB/* *Associação a ser definida pela AMB
Título de especialista em CIRURGIA PEDIÁTRICA Formação: 3anos CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Pediátrica AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica
Título de especialista em CIRURGIA PLÁSTICA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Plástica AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Título de especialista em CIRURGIA TORÁCICA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Torácica AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica
Título de especialista em CIRURGIA VASCULAR Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Cirurgia Vascular AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
Título de especialista em CLÍNICA MÉDICA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Clínica Médica AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Título de especialista em COLOPROCTOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Coloproctologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Coloproctologia
Título de especialista em DERMATOLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Dermatologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Dermatologia
Título de especialista em ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Endocrinologia e Metabologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Título de especialista em ENDOSCOPIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Endoscopia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva
Título de especialista em GASTROENTEROLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Gastroenterologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira de Gastroenterologia
Título de especialista em GENÉTICA MÉDICA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Genética Médica AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Genética Médica
Título de especialista em GERIATRIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Geriatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
Título de especialista em GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Título de especialista em HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
Título de especialista em HOMEOPATIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Homeopatia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Médica Homeopática Brasileira
Título de especialista em INFECTOLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Infectologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Infectologia
Título de especialista em MASTOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Mastologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Mastologia
Título de especialista em MEDICINA DE EMERGÊNCIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina de Emergência AMB: Concurso AMB/ Associação Brasileira de Medicina de Emergência
Título de especialista em MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
Título de especialista em MEDICINA DO TRABALHO Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina do Trabalho AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Nacional de Medicina do  trabalho
Título de especialista em MEDICINA DE TRÁFEGO Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina de Tráfego AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
Título de especialista em MEDICINA ESPORTIVA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Esportiva AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte
Título de especialista em MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Física e Reabilitação AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação
Título de especialista em MEDICINA INTENSIVA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Intensiva AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação de Medicina Intensiva Brasileira
Título de especialista em MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Legal e Perícia Médica AMB: Concurso do Convênio AMB/Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas
Título de especialista em MEDICINA NUCLEAR Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Nuclear AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Título de especialista em MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Preventiva e Social AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Medicina Preventiva e Administração em Saúde
Título de especialista em NEFROLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Nefrologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Nefrologia
Título de especialista em NEUROCIRURGIA Formação: 5 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Neurocirurgia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
Título de especialista em NEUROLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Neurologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Academia Brasileira de Neurologia
Título de especialista em NUTROLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Nutrologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Nutrologia
Título de especialista em OFTALMOLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Oftalmologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Título de especialista em ONCOLOGIA CLÍNICA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Oncologia Clínica AMB: Concurso do Convênio AMB/* *Associação a ser definida pela AMB
Título de especialista em ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Título de especialista em OTORRINOLARINGOLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Otorrinolaringologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Título de especialista em PATOLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Patologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Patologia
Título de especialista em PATOLOGIA CLÍNICA/ MEDICINA  LABORATORIAL Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial
Título de especialista em PEDIATRIA Formação: 2 anos (Observação: A partir de 2019 o programa será de 3 anos) CNRM: Programa de Residência Médica em Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pediatria
Título de especialista em PNEUMOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Pneumologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Título de especialista em PSIQUIATRIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Psiquiatria
Título de especialista em RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Título de especialista em DIAGNÓSTICO POR IMAGEM – atuação exclusiva: ULTRASSONOGRAFIA GERAL Formação: 2 anos AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Título de especialista em DIAGNÓSTICO POR IMAGEM – atuação exclusiva: RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E ANGIORRADIOLOGIA
Formação: 2 anos AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Título de especialista em RADIOTERAPIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Radioterapia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Radioterapia
Título de especialista em REUMATOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Reumatologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Reumatologia
Título de especialista em UROLOGIA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Urologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Urologia

  1. D) CERTIFICAÇÕES DE ÁREAS DE ATUAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE Formação: 1 ano CNRM: Opcional em qualquer Programa de Residência Médica (PRM)  AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Administração de Saúde Requisito: Título de especialista da AMB (TEAMB)
ALERGIA E IMUNOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Alergia e Imunologia ou Pediatria   AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Alergia e Imunologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Alergia e Imunologia
TEAMB em Pediatria ANGIORRADIOLOGIA E CIRURGIA ENDOVASCULAR Formação: 1 ano  CNRM: Opcional em PRM em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Cirurgia Vascular ou Angiologia  AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/ Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Requisitos: TEAMB em Angiologia   TEAMB em Cirurgia Vascular TEAMB em Radiologia e Diagnóstico por Imagem
ATENDIMENTO AO QUEIMADO  Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cirurgia Plástica  AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Requisito: TEAMB em Cirurgia Plástica
CARDIOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos  CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Cardiologia TEAMB em Pediatria
CIRURGIA BARIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Cirurgia do Aparelho Digestivo ou Cirurgia Geral AMB: Concurso do convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva/ Colégio Brasileiro de Cirurgiões Requisitos: TEAMB em Cirurgia do Aparelho Digestivo TEAMB em Cirurgia Geral
CIRURGIA CRÂNIO-MAXILO-FACIAL  Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Plástica ou Otorrinolaringologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica/ Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico- Facial Requisitos: TEAMB em Cirurgia de Cabeça e Pescoço TEAMB em Cirurgia Plástica  TEAMB em Otorrinolaringologia
CIRURGIA DO TRAUMA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cirurgia Geral AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Cirurgiões Requisito: TEAMB em Cirurgia Geral
CIRURGIA VIDEOLAPAROSCÓPICA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cirurgia do Aparelho Digestivo ou Cirurgia Geral AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva/ Colégio Brasileiro de Cirurgiões Requisitos: TEAMB em Cirurgia do Aparelho Digestivo TEAMB em Cirurgia Geral
CITOPATOLOGIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Patologia AMB: Concurso AMB Requisito: TEAMB em Patologia
DENSITOMETRIA ÓSSEA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Endocrinologia e Metabologia, Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Nuclear, Ortopedia e Traumatologia ou Reumatologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Requisitos: TEAMB em Endocrinologia e Metabologia TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia TEAMB em Medicina Nuclear TEAMB em Ortopedia e Traumatologia TEAMB em Reumatologia
DOR Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Acupuntura, Anestesiologia, Clínica Médica, Medicina Física e Reabilitação, Neurocirurgia, Neurologia, Ortopedia, Pediatria ou Reumatologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Médico de Acupuntura/ Sociedade Brasileira de Anestesiologia/ Sociedade Brasileira de Clínica Médica/ Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação/ Sociedade Brasileira de Neurocirurgia/ Academia Brasileira de Neurologia/ Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia/Sociedade Brasileira de Pediatria/ Sociedade Brasileira de Reumatologia Requisitos: TEAMB em Acupuntura  TEAMB em Anestesiologia TEAMB em Clínica Médica TEAMB em Medicina Física e Reabilitação TEAMB em Neurocirurgia TEAMB em Neurologia TEAMB em Ortopedia TEAMB em Pediatria TEAMB em Reumatologia
ECOCARDIOGRAFIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia Requisitos: TEAMB em Cardiologia TEAMB em Pediatria + certificado de atuação em Cardiologia Pediátrica
ECOGRAFIA VASCULAR COM DOPPLER Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Radiologia, Cirurgia Vascular ou Angiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/ Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Requisitos: TEAMB em Angiologia TEAMB em Cardiologia + certificado de atuação em Ecocardiografia TEAMB em Cirurgia Vascular TEAMB em Diagnóstico por Imagem: atuação exclusiva Ultrassonografia Geral  TEAMB em Radiologia e Diagnóstico por Imagem
ELETROFISIOLOGIA CLÍNICA INVASIVA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia Requisito: TEAMB em Cardiologia
EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Medicina de Emergência ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Medicina de Emergência/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisito: TEAMB em Medicina de Emergência TEAMB em Pediatria
ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Endocrinologia e Metabologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Endocrinologia e Metabologia TEAMB em Pediatria
ENDOSCOPIA DIGESTIVA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Endoscopia, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Gastroenterologia, Coloproctologia ou Cirurgia Geral AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva Requisitos: TEAMB em Cirurgia do Aparelho Digestivo TEAMB em Cirurgia Geral TEAMB em Coloproctologia TEAMB em Endoscopia TEAMB em Gastroenterologia
ENDOSCOPIA GINECOLÓGICA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Ginecologia e Obstetrícia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Requisito: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia
ENDOSCOPIA RESPIRATÓRIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cirurgia Torácica ou Pneumologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica Requisitos: TEAMB em Cirurgia Torácica TEAMB em Pneumologia
ERGOMETRIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia Requisito: TEAMB em Cardiologia
ESTIMULAÇÃO CARDÍACA ELETRÔNICA IMPLANTÁVEL Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia e/ ou Cirurgia Cardiovascular AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia/ Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Requisitos: TEAMB em Cardiologia TEAMB em Cirurgia Cardiovascular
FONIATRIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Otorrinolaringologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Otorrinolaringologia Cirurgia Cérvico-Facial Requisito: TEAMB em Otorrinolaringologia
GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos  CNRM: Opcional em PRM em Gastroenterologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira de Gastroenterologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Gastroenterologia TEAMB em Pediatria
HANSENOLOGIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Clínica Médica, Dermatologia, Infectologia, Medicina Preventiva e Social, Medicina de Família e Comunidade ou Neurologia AMB: Concurso AMB
Requisitos: TEAMB em Clínica Médica TEAMB em Dermatologia TEAMB em Infectologia TEAMB em Medicina de Família e Comunidade TEAMB em Medicina Preventiva e Social TEAMB em Neurologia
HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Hematologia e Hemoterapia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Hematologia e Hemoterapia TEAMB em Pediatria
HEMODINÂMICA E CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Cardiologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Cardiologia Requisitos: TEAMB em Cardiologia TEAMB em Pediatria + certificado de atuação em Cardiologia Pediátrica
HEPATOLOGIA  Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Clínica Médica, Gastroenterologia ou Infectologia AMB: Concurso AMB Requisitos: TEAMB em Clínica Médica TEAMB em Gastroenterologia  TEAMB em Infectologia
INFECTOLOGIA HOSPITALAR Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Infectologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Infectologia Requisito: TEAMB em Infectologia
INFECTOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Infectologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Infectologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Infectologia TEAMB em Pediatria
MAMOGRAFIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Ginecologia e Obstetrícia ou Mastologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia/ Sociedade Brasileira de Mastologia Requisitos: TEAMB em Diagnóstico por Imagem – atuação exclusiva: Ultrassonografia Geral TEAMB em  Ginecologia e Obstetrícia TEAMB em Mastologia
MEDICINA DE URGÊNCIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Clínica Médica AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Clínica Médica Requisito: TEAMB em Clínica Médica
MEDICINA DO ADOLESCENTE Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisito: TEAMB em Pediatria
MEDICINA DO SONO Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Clínica Médica, Neurologia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia ou Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Academia Brasileira de Neurologia/ Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial/ Sociedade Brasileira de Pediatria/ Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia/ Sociedade Brasileira de Psiquiatria/Sociedade Brasileira de Clínica Médica Requisitos: TEAMB em Clínica Médica TEAMB em Neurologia TEAMB em Otorrinolaringologia TEAMB em Pediatria TEAMB em Pneumologia TEAMB em Psiquiatria
MEDICINA FETAL Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Ginecologia e Obstetrícia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Requisito: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia
MEDICINA INTENSIVA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Medicina Intensiva ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação de Medicina Intensiva Brasileira/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Medicina Intensiva TEAMB em Pediatria
MEDICINA PALIATIVA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Anestesiologia, Cancerologia, Clínica Médica, Geriatria, Medicina de Família e Comunidade ou Pediatria, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Medicina Intensiva e Neurologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Anestesiologia/ Sociedade Brasileira de Cancerologia/ Sociedade Brasileira de Clínica Médica/ Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia/ Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade/ Sociedade Brasileira de Pediatria/ Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço/ Associação de Medicina Intensiva Brasileira/ Academia Brasileira de Neurologia Requisitos: TEAMB em Anestesiologia TEAMB em Cancerologia TEAMB em Clínica Médica TEAMB em Geriatria TEAMB em Medicina de Família e Comunidade TEAMB em Pediatria TEAMB em Cirurgia de Cabeça e Pescoço TEAMB em Medicina Intensiva TEAMB em Neurologia
MEDICINA TROPICAL Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Infectologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Infectologia Requisito: TEAMB em Infectologia
NEFROLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Nefrologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Nefrologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Nefrologia TEAMB em Pediatria
NEONATOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisito: TEAMB em Pediatria
NEUROFISIOLOGIA CLÍNICA  Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Medicina Física e Reabilitação, Neurologia ou Neurocirurgia              AMB: Concurso AMB Requisitos: TEAMB em Medicina Física e Reabilitação TEAMB em Neurocirurgia TEAMB em Neurologia TEAMB em Pediatria + certificado de atuação em Neurologia Pediátrica NEUROLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Neurologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Academia Brasileira de Neurologia/ Sociedade Brasileira de Pediatria Requisitos: TEAMB em Neurologia TEAMB em Pediatria
NEURORRADIOLOGIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Neurologia ou Neurocirurgia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e  Diagnóstico por Imagem Requisitos: TEAMB em Neurocirurgia TEAMB em Neurologia TEAMB em Radiologia e Diagnóstico por Imagem
NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Nutrologia, Pediatria, Medicina Intensiva, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Gastroenterologia ou Cirurgia Geral AMB: Concurso AMB Requisitos: TEAMB em Cirurgia do Aparelho Digestivo TEAMB em Cirurgia Geral TEAMB em Gastroenterologia TEAMB em Medicina Intensiva TEAMB em Nutrologia TEAMB em Pediatria
NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Nutrologia ou Pediatria AMB: Concurso AMB Requisitos: TEAMB em Nutrologia TEAMB em Pediatria
NUTROLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Nutrologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pediatria/ Associação Brasileira de Nutrologia Requisitos: TEAMB em Nutrologia TEAMB em Pediatria
ONCOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Hematologia e Hemoterapia, Oncologia Clínica ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia/ Sociedade Brasileira de Pediatria/* Requisitos: TEAMB em Hematologia e Hemoterapia TEAMB em Oncologia Clínica TEAMB em Pediatria * Associação a ser definida pela AMB.
PNEUMOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Pediatria ou Pneumologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pediatria/ Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Requisitos: TEAMB em Pediatria TEAMB em
Pneumologia PSICOGERIATRIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/Associação Brasileira de Psiquiatria Requisito: TEAMB em Psiquiatria
PSICOTERAPIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Psiquiatria Requisito: TEAMB em Psiquiatria
PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Psiquiatria Requisito: TEAMB em Psiquiatria
PSIQUIATRIA FORENSE Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Associação Brasileira de Psiquiatria Requisito: TEAMB em Psiquiatria
RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E ANGIORRADIOLOGIA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Angiologia, Cirurgia Vascular ou Radiologia e Diagnóstico por Imagem AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/ Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Requisitos: TEAMB em Angiologia TEAMB em Cirurgia Vascular TEAMB em Radiologia e Diagnóstico por Imagem
REPRODUÇÃO ASSISTIDA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Ginecologia e Obstetrícia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Requisito: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia
REUMATOLOGIA PEDIÁTRICA Formação: 2 anos CNRM: Opcional em PRM em Reumatologia ou Pediatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Pediatria/ Sociedade Brasileira de Reumatologia Requisitos: TEAMB em Pediatria TEAMB em Reumatologia
SEXOLOGIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Ginecologia e Obstetrícia ou Psiquiatria AMB: Concurso do Convênio AMB/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia/ Associação Brasileira de Psiquiatria Requisito: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia TEAMB em Psiquiatria
TOXICOLOGIA MÉDICA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Clínica Médica ou Medicina Intensiva ou Pediatria ou Pneumologia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Clínica Médica/ Associação de Medicina Intensiva Brasileira/ Sociedade Brasileira de Pediatria/ Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Requisitos: TEAMB em Clínica Médica TEAMB em Medicina Intensiva TEAMB em Pediatria TEAMB em Pneumologia
TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Hematologia e Hemoterapia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia Requisito: TEAMB em Hematologia e Hemoterapia
ULTRASSONOGRAFIA EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Formação: 1 ano CNRM: Opcional em PRM em Ginecologia e Obstetrícia AMB: Concurso do Convênio AMB/ Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/ Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Requisito: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia
Art. 2º. Revogam-se todas as disposições em contrário.
Fonte: Conselho Federal de Medicina e www.academiamedica.com.br
Autor: Rafael Kader

5 coisas que eu nunca aprendi durante a graduação

5 coisas que eu nunca aprendi durante a graduação

A graduação em medicina é um período que, através de diversas atividades como aulas e provas, te proporciona as bases fundamentais do conhecimento médico para que você prossiga para a sua residência. No entanto, alguns aspectos são de alta importância, se não essenciais, para que você tire o máximo de proveito do seu treinamento da especialidade que você escolheu. Listamos 5 delas.

1. Realizar várias tarefas ao mesmo tempo

O cotidiano do residente é repleto de delegações e tarefas que podem facilmente te confundir. Para não se enrolar e esquecer de realizar alguma das suas responsabilidades, é importante manter uma lista ou agenda em que você anote as suas tarefas. Assim você não as esquecerá e irá ter uma ideia do que é prioridade ou não. Risque as tarefas a medida que elas forem feitas. Além disso, você terá também “deveres de casa”, como preparar apresentações para rounds ou submeter artigos para congressos, o que complica ainda mais sua vida se você não for organizado.

2. Desenvolver planos de carreira

É crucial determinar onde você quer estar pelo resto da sua vida. Qual caminho profissional te agrada mais? Pesquisa? Emprego público? Consultório particular? Buscar uma subespecialidade dentro da sua residência? As perguntas que você pode se fazer são as mais diversas possíveis. Procure construir oportunidades que te levem ao seu objetivo final e aproveite o máximo possível as que vierem a você pelo acaso. Converse com seus “ícones” profissionais sobre como eles chegaram lá.

3. Seja proativo nos estudos

A residência não é mais a faculdade. A escola médica é, literalmente, uma “escola” onde as pessoas te dirão exatamente tudo o que você tem que fazer e te avaliam constantemente para saber como anda seu progresso. Residência é trabalho, ninguém vai te pegar pela mão e te tratar que nem criança como faziam na faculdade. Isto não quer dizer que as pessoas não irão te ajudar, mas elas só estenderão a mão pra você se pedir. Mantenha-se curioso e interessado, e mantenha uma rotina de estudo.

4. Aprenda a transformar as dificuldades em oportunidades

A residência não é fácil: carga horária pesada, grandes responsabilidades, problemas estruturais e organizacionais  (infelizmente, na maioria dos serviços públicos do nosso país), pacientes agressivos, bolsa pequena… Disto todos nós sabemos, mas a arte em tirar o melhor de todas as situações, por pior que elas sejam, é dominada por poucos. Mantenha a mentalidade de que “o que não te mata, te torna mais forte”. Aprenda a aprender com todas as situações. Ninguém faz progresso dentro da sua zona de conforto.

5.  Separe, de forma saudável, a sua vida profissional do resto dela

É óbvio que, com uma rotina tão intensa, os residentes muitas vezes “levem” trabalho para casa. Não só no sentido de terem compromissos profissionais a serem feitos depois do expediente, mas principalmente deixar sua vida ser tomada pelo seu trabalho. Falar de trabalho no final de semana é normal, mas até que ponto? É saudável remoer os problemas da semana nos seus dias de descanso? Crie laços saudáveis com tudo aquilo que envolve sua residência, principalmente as pessoas que trabalham com você. Mas não se esqueça da pessoa que você é desde antes da faculdade de medicina, e de seus sonhos e vontades.
Fonte: http://www.medscape.com/viewarticle/867526

Cartas de recomendação

Cartas de recomendação

Cartas de recomendação são muito comuns no meio profissional de qualquer área, principalmente quando buscamos emprego. Uma carta de recomendação, como o próprio nome diz, é um meio para que terceiros indiquem o valor da sua competência e compromisso. Isto significa que a qualidade da carta depende do conteúdo e redação dela somados ao prestígio da pessoa que assina embaixo. Hoje daremos algumas dicas para que você conquiste cartas de recomendação de alta qualidade.

Primeiramente deve-se atentar para a possível existência de regras pré-definidas para o formato da sua carta. Alguns programas de ensino e treinamento junto à universidades ou centros de pesquisa exigem que as cartas sigam um modelo próprio, padronizado. Caso contrário, o estilo é relativamente livre.

A segunda dica é bastante óbvia, mas não custa nada frisar: o tema das cartas deve ser direcionado ao seu objetivo final. Se você usará a carta para uma oportunidade de pesquisa, procure obter cartas de pessoas que atestem sua qualidade como pesquisador. Exemplificando de uma forma caricata, nesta situação não seria útil uma carta de recomendação assinada pelo chef do curso de gastronomia que você fez nas férias.

Outra dica é sempre que possível buscar pessoas importantes para que assinem as suas cartas. Duas cartas idênticas, igualmente redigidas, terão valor diferente se uma for assinada pelo seu colega de turma e a outra por um vencedor do prêmio Nobel. Além disso, deve-se ponderar que outros fatores favoráveis são pessoas que te conhecem bem e que estão cientes dos seus projetos. Eles certamente irão considerar sua ambição e escrever uma carta de melhor qualidade.

Quando for pedir a carta, peça com convicção. Fale brevemente do porquê você querer a carta, mostre como ela é importante para o seu futuro. Mais ainda, diga que precisa de uma boa carta. Se a pessoa estiver de acordo, ela aceitará prontamente e com alegria (não deixa de ser uma pequena honraria, pois mostra que você a aprecia como um indivíduo importante). Se ela hesitar, não insista nem peça de novo, muito menos se ela recusar.

Você pode discutir com seu orientador sobre o conteúdo da carta. Isto não só te proporcionará uma carta de maior qualidade como também irá facilitar o lado dele. Mencione suas conquistas alcançadas e sobre o que desenvolveram juntos. Isto fará com que nenhuma qualidade sua seja esquecida. Fale sobre para o que será usada a carta, pois este será o Norte dela. Faça tudo isso sem tomar muito tempo. Pessoas importantes são muito ocupadas.

Marketing pessoal: o que todo médico deveria fazer

Marketing pessoal: o que todo médico deveria fazer

Em uma época em que muitas pessoas tem acesso a tratamento médico, pode parecer inútil falar de marketing em medicina. Mais ainda, são pouquíssimos os médicos na atualidade que são autônomos, enquanto a maioria hoje é contratada de clínicas e hospitais maiores.

Por outro lado, a internet amplificou em muito a capacidade do boca-a-boca. A comunicação nunca foi tão fácil e a informação se propaga em massa por tweets, compartilhamentos, WhatsApp, etc. Isto facilita muito o marketing médico, divulgando tanto a sua boa fama quanto também as suas avaliações ruins.

Primeiramente é importante divulgarmos bem a qualidade da nossa prática médica porque é do nosso interesse que os pacientes recebam o que há de melhor em atenção e tratamento. Muitos pacientes escolhem seus cuidadores por critérios leigos, como por exemplo a proximidade do médico em relação a moradia deles. Embora esse fator seja válido, obviamente não deve ser a única questão a ser ponderada. Ao difundirmos a nossa imagem de excelentes médicos, certamente estamos garantindo que alguns pacientes irão se tratar com médicos nos quais confiamos: nós mesmos.

Se você trabalha por conta própria, como na sua clínica privada, obviamente que um bom marketing atrais mais pacientes, aumentando seus rendimentos. Dispensável dizer que é sempre melhor uma clínica movimentada do que uma clínica vazia.

Um bom relacionamento com os pacientes também garante maior adesão em todos os aspectos. Pacientes satisfeitos são mais cooperativos, e por isso seguem melhor as prescrições,descrevem com mais clareza as suas queixas médicas e são até mais tolerantes com as suas falhas, como quando você se atrasa ou chama o paciente pelo nome errado.
Por último, existe uma questão de orgulho. Quem não fica feliz de ser elogiado por aqueles que você cuida? Ou ser reconhecido por seus pares e superiores? Estar “bem na fita” com seus pacientes faz com que você mesmo perceba a qualidade daquilo que você faz, e isso por si só já é gratificante. Ouvir elogios de seus pacientes e de outros médicos é bom para a autoestima. Cuide bem dela, mas sempre mantenha o pé no chão.

Procure questionar os pacientes a respeito do que lhes agrada na sua prática clínica. Melhor ainda, pergunte a eles sobre quais momentos eles não se sentem confortáveis no seu atendimento. Faça isso de forma natural. Ao final da consulta agradeça a eles pela cooperação que lhe foi dada e pergunte se tudo ocorreu como eles esperavam. É importante também ser atencioso em relação às críticas que não te dizem respeito diretamente, como a estrutura do hospital e o atendimento ofertado pelos outros profissionais da instituição. Muitas vezes os pacientes não tem nenhuma queixa ou elogio em mente, mas ficarão felizes de ouvir que você se importa.

Adaptado de: http://www.medscape.com/viewarticle/858945