Currículo para Estágios Internacionais

Currículo para Estágios Internacionais

Não é segredo que todas as seleções para estágios internacionais cobram um currículo do candidato feito em inglês. Se enganam, contudo, os que acham que o documento solicitado pelas escolas médicas em outros países deve ser apenas a tradução do currículo utilizado rotineiramente em nosso país.

No intuito de esclarecer os principais pontos normalmente requisitados pela grandes escolas médicas mundiais aos candidatos a estágios e outros treinamentos esse post foi criado.

Pontos principais:

A) Informações essenciais ao respeito do candidato:

Full Name:

Nationality:

Age:

Birth information:

Adress:

Telephone number:

Email:

B) Informações Acadêmicas:

University:

Medical School Year:

Languages: – Portuguese – Native/Basic/Intermediate/Advanced
– English – Native/Basic/Intermediate/Advanced
– Spanish – Native/Basic/Intermediate/Advanced
– French – Native/Basic/Intermediate/Advanced
– Others…

C) Resumo de qualidades:

Abordar nessa etapa informações relacionadas à sua graduação e a sua proficiência em línguas.

(Summary of Qualification)

D) Experiência:

Aqui devem constar informações sobre sua experiência profissional tais como Monitorias voluntárias ou bolsistas já realizadas.

Example :

Teaching Assistant: Neuroanatomy (2016-2017)

E) Qualificações e Atividades Acadêmicas:

Informações referentes à atividades já realizadas ao longo de sua graduação, como Estágios, Workshops, Ligas Acadêmicas, Projetos de Iniciação Científica, Organização e/ou Participação em grandes eventos científicos entre outras ações de relevância devem ser descritos abaixo.

Exemplo:
Activity 1 –
UFRJ Surgery Academic League – Scientific Director – 2018

F) Serviços Comunitários

Nessa parte pode ser incluído algum trabalho voluntário, participação de campanhas ou projetos ligados à área médica.

Exemplo:
Activity 1 –
 Nucleus “Save one Life” of Brazilian Society of Anesthesiology – Instructor – 2016

G) Informações Adicionais

Incluir nessa área opcionalmente quaisquer outras informações relevantes a seu respeito, como interesse em esportes, músicas, teatro, social entre outros.

H) Referências

Indicações ou recomendações a respeito do candidato que sejam de relevância para os avaliadores da Universidade/Hospital no exterior.

———————

Por fim, selecionamos um documento em anexo genérico para ser utilizado por qualquer estudante interessado em intercâmbios internacionais.

Curriculum Vitae

Fonte: Jornal O Globo

 

Vale a Pena Ser Médico em Portugal?

Vale a Pena Ser Médico em Portugal?

A medicina é uma profissão extremamente valorizada na maior parte dos países. Há, atualmente, uma tendência de brasileiros buscando construir uma carreira médica em Portugal. Pensando nisso, a dúvida que paira no ar é: vale a pena trocar a prática médica do Brasil pela de Portugal?

Depende. Alguns aspectos devem ser avaliados para definir essa troca como vantajosa ou não. Por exemplo, se o profissional busca reconhecimento e valorização financeira, a mudança de país provavelmente não será positiva. No Brasil os médicos recebem, de modo geral, mais que em Portugal. No entanto, se a busca é por uma relativa (deve-se levar em consideração também a estrutura que o médico tem para trabalhar) melhor qualidade de vida, estar submetido a um Estado que fornece melhor retorno dos impostos pagos pela população através de políticas eficientes de distribuição de renda, educação e saúde públicas, a mudança pode ser profícua.

Mas nem só de critérios pessoais se baseia a decisão. Entender como é a dinâmica da medicina do lugar e suas características é relevante também. Dessa forma, o país conta com cerca de 49 mil médicos para uma população de pouco mais de 10 milhões de habitantes. Destes profissionais, aproximadamente 30 mil trabalham no serviço público de saúde. No entanto, o número não é suficiente, faltam médicos de família para atender em centros de saúde, assim como algumas especialidades dependendo da cidade.

Sobre isso, dados do Diário da República de Portugal apontam que as especialidades médicas em que faltam profissionais são:

-Psiquiatria

-Urologia

-Pediatria

-Ortopedia

-Cardiologia

-Cirurgia Geral

-Medicina Interna

-Ginecologia Obstetrícia

Quanto à prática médica, para exercer a profissão em Portugal, é necessário validar o diploma do curso superior e fazer provas que podem variar de acordo com o histórico e ementa curricular do candidato. No que diz respeito à residência, o ideal é ir ao país ibérico com uma experiência superior a 3 anos e com residência médica concluída – no país o tempo de residência é de 5 a 7 anos.

O primeiro passo para a validação é escolher uma universidade portuguesa. As universidades de Lisboa, do Porto e Coimbra são as mais conceituadas nesse quesito. Os documentos devem ser apostilados, seguindo o protocolo da Apostila de Haia, nos cartórios autorizados (link para processo completo para validação do diploma em Portugal https://www.eurodicas.com.br/validar-diploma-em-portugal/ ). Após a entrega dos documentos na universidade (pessoalmente ou por procuração), é necessário a equivalência. Para isso, é requisitado apresentação oral, dissertação em monografia ou relatório curricular. A nota mínima necessária na banca é 10 (de 20).

Após a equivalência do diploma na universidade, é necessário pagar a taxa da Ordem dos Médicos de Portugal, cerca de 220 euros. Quem possui mais de 3 anos de atividade pode pedir a autonomia de trabalho como médico.

Posterior à validação, exercer a profissão já é possível a quem tem cidadania portuguesa. O imigrante brasileiro sem cidadania deve solicitar o pedido de visto de trabalho no consulado de Portugal no Brasil. O pedido leva cerca de 30 dias para ser analisado. O tempo total de validação até a aptidão ao trabalho pode levar cerca de 13 meses.

Aspecto importante também é o rendimento financeiro. O salário do médico em Portugal, em início de carreira, fica em torno de 2.700 euros por 40 horas semanais no serviço público. No setor privado, os salários podem ultrapassar os 4.ooo euros. Os valores variam de acordo com o tempo de experiência e a especialidade escolhida. Vale lembrar que o serviço público de saúde no país é melhor que a rede privada.

Por fim, tendo esses pontos em mente e analisando o próprio perfil profissional e aspirações de vida, pode-se fazer a escolha acertada quanto a sair ou não do Brasil rumo a Portugal para construir a carreira. Qualquer que seja a escolha, exercer uma medicina de qualidade, de técnica elevada , eficiente e humana é primordial para o sucesso do médico e bem estar do paciente.

Referências:

https://www.eurodicas.com.br/medico-em-portugal/

https://www.eurodicas.com.br/validar-diploma-em-portugal/

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2018/07/numero-de-medicos-brasileiros-em-portugal-cresce-e-deve-ser-recorde-em-2018.shtml

Residência Médica na Alemanha

Residência Médica na Alemanha

Na Alemanha não há prova para entrar no programa de residência médica específico. A vaga como residente é dada através de análise de currículo.

No entanto, é necessário ter nível B2-C1 de alemão comprovado.

Além disso, praticamente todos os estados alemães exigem a Fachsprachprüfung, uma prova que testa se o candidato sabe se comunicar em alemão com colegas alemães com termos técnicos, em situações como passagem de plantão, resumo de alta…

Também existe a Prova da Approbation, que geralmente engloba cirurgia, clinica e mais duas outras disciplinas como, por exemplo, Radiologia e Oftalmo.

 

Fonte: Médica brasileira na Alemanha

Residência Médica na França

Residência Médica na França

Para se fazer uma especialização médica na França, há dois caminhos: fazer todo o curso de medicina lá ou, no caso de brasileiros formados no Brasil (ou graduados em medicina em qualquer outro país não-membro da União Europeia), passar por um processo que inicia com a revalidação do diploma.

Ele começa com o Procedimento de Autorização de Exercício (PAE), destinado a médicos diplomados fora da França. Esse processo de regularização teve início em 1995, com a lei Weil. A partir daí, os médicos estrangeiros que estavam no serviço público, passaram a ter os mesmos direitos dos colegas franceses e europeus em exercício. O PAE consiste em provas teóricas e práticas em medicina geral, além de avaliações do domínio da língua francesa.

Após a aprovação na revalidação via PAE, o médico deve fazer o Exame Nacional Classificatório e concorrer com os outros estudantes franceses e da União Europeia a vagas de residência.

 

Fonte: Editora Sanar

Residência nos Estados Unidos: Passos Para Revalidação do Diploma e Acesso

Residência nos Estados Unidos: Passos Para Revalidação do Diploma e Acesso

Um dos destinos mais cobiçados por médicos brasileiros para fazer a residência e/ou praticar a medicina são os Estados Unidos. Por isso é também um dos que tem o processo de revalidação mais complicado. A seguir traremos os passos simplificados para esclarecer dúvidas frequentes e auxiliar interessados a buscar o caminho certeiro para alcançar o sucesso na aplicação.

 

Etapas:

 

A primeira parte é a burocrática junto ao ECFMG (Educational Comission for Foreign Medical Graduates) e consiste em provar que a identidade do candidato é real e que estudou onde estudou. Uma vez vencido esse passo, o candidato está apto para agendar as provas.

 

Logo depois, é necessário fazer três provas, os USMLE Steps. Os graduandos de medicina dos EUA fazem essas provas ao longo da faculdade como processo obrigatório para aplicar na residência médica. O que fazemos é igual ao que eles fazem.

 

As provas são: Step 1 (conhecimentos equivalentes ao ciclo básico); Step 2 Clinial Knowledge (prova similar às nossas de residência);  Step 2 Clinical Skills (prova prática clínica). Após o candidato ser aprovado em todas, está pronto para aplicar para a especialização desejada.

 

Período de prestar as provas:

 

Alguns contextos devem ser levados em consideração. A maioria dos casos de aplicação para as provas caem em dois cenários: Terminar a faculdade e já ingressar logo em seguida em uma residência médica nos EUA, ou terminar a residência no Brasil e aplicar para um Fellowship de 1 a 2 anos lá fora.

 

Se o objetivo for o de ir direto para a residência fora, é melhor seguir os moldes de quem está fazendo a graduação lá. Geralmente prestam o Step 1 no segundo ano de Med School, mais ou menos equivalente ao nosso terceiro ou quarto ano da faculdade. Esse período é o ideal porque a prova consiste em conhecimentos equivalentes ao nosso ciclo básico. Ou seja, escolhendo fazer a prova antes do terceiro ano, o conteúdo todo pode não ter sido visto ainda. Por outro lado, se deixada para fazer muito depois do nosso terceiro ano, teria interferência com o internato,  além do conhecimento de bioquímica&CIA ficar cada vez mais distante.

Se essa for a opção escolhida, deve-se tirar uma nota alta, especialmente no Step 1, para competir entre as melhores universidades.

 

Se o objetivo for fazer um Fellowship, a prova pode ser prestada assim que essa escolha for feita. O processo é longo e difícil e o trabalho duro não deve ser postergado. Por outro lado, nessa modalidade as notas não são tão essenciais. Boas cartas de recomendação e currículo contam mais. Vale lembrar que se o objetivo for morar nos Estados Unidos definitivamente, essa não é a melhor opção. O livre exercício da medicina lá só ocorre com a revalidação do diploma e residência médica dentro do país. É possível morar lá sem fazer a residência, mas é necessário já ter um vinculo com algum hospital, consciente de que este hospital será seu único local de atuação e que assim que esse vinculo chegar a um fim você será convidado a retornar ao Brasil.

 

Burocracias:

 

O Candidato deverá inicialmente se cadastrar no ECFMG. Dentro dele, os passos são tomados pelos serviços online, cujo sistema é chamado OASIS. Através dele, você preenche uma Application para cada Step e tem que pagar uma taxa –generosa – para um, além de receber uma grande lista de documentos necessários para efetivar sua candidatura. Para que as provas possam ser marcadas, toda a documentação tem que estar correta e ser verificada pelo órgão, algo que demora cerca de um mês a partir do momento que eles recebem lá.

Uma vez todos os documentos aceitos e taxas pagas, as provas podem ser agendadas. Você escolhe um 3-month period para as duas provas testes já no momento da Application inicial e depois escolhe o dia exato da prova pelo site do órgão que terceiriza a prova aqui no Brasil, o Prometric. As duas provas testes podem ser feitas no Brasil mediante taxa de $150,00. A prática tem que ser feita em uma das cinco cidades elegíveis dos EUA: Los Angeles, Houston, Atlanta, Chicago e Filadelfia. As vagas são bem limitadas, então o agendamento deve ser feito assim que possível (ele pode ser remarcado sem custo adicional se feito com mais de 15 dias de antecedência).

 

 

 

STEP 1:

 

É a prova mais difícil. Não só pelo conteúdo, que é mais abrangente do que o que é dado no currículo brasileiro, mas pela necessidade de notas altas. Quanto mais fresco o conteúdo da faculdade estiver, melhor o momento para fazer. Mas o estudo deve ser intenso e focado para os moldes da prova deles.

A prova consiste de 7 blocos de 1 hora, com 46 testes cada. O candidato tem 1 hora de intervalo que pode dispor como quiser ao longo das 8 horas totais. É um grande teste de resistência, de concentração e resiliência.  Importante fazer bem descansado, com boa hidratação e comida leve ao longo do dia.

Existem cursinhos americanos para auxiliar os estudos. Os mais famosos são o Kaplan e o First Aid.

Existem também alguns simuladores de provas, como o USMLE World.

É possível agendar um simulado oficial, no mesmo lugar onde será feita a prova, pagando uma taxa.

Para a realização da prova, é necessário RG, papel de identificação do ECFMG, comidas leves. Não precisa de caneta.

 

Step 2 CK

 

Para quem se preparou para prestar uma prova de residência no Brasil, essa parte é mais simples. É semelhante em conteúdo e não cobra muitas notas de rodapé.

A prova consiste em 8 blocos de 1 hora, com 44 testes cada um. Novamente você tem 1 hora de intervalo para dispor como quiser ao longo das 9 horas totais.

Pode-se estudar fazendo as questões do USMLE World e também utilizar o Kaplan e First Aid como material didático.

Levar para a prova os mesmos materiais do Step 1.

 

Step 2 CS:

 

É a prova prática. Não há um resultado quantitativo, apenas Fail ou Pass. Por essa razão, sua aprovação só tem a finalidade de habilitar o médico e não a de classificar.

Deve-se levar para essa prova jaleco e estetoscópio. Não é necessário caneta, comida, prancheta e instrumentos de propedêutica. Tudo é disponibilizado lá.

 

Quando todas as provas forem finalizadas, o ECFMG emite um certificado e envia para o Brasil. Porém, basta o seu número de inscrição para a maioria dos processos internos, pois os dados ficam disponíveis online.

 

Uma vez aprovado nos Steps e com um vinculo com um hospital já estabelecido, ainda será necessário uma permissão do estado (equivalente ao nosso CRM) e do visto americano (de estudante ou trabalhador temporário). O processo para ambos só pode ser iniciado após a aprovação nos Steps e também exigem uma documentação específica e taxas. Os hospitais geralmente ajudam nessas etapas e até cobrem algumas taxas.

 

É necessário, ainda, um Official Transcript do ECFMG para os hospitais que estão sendo contemplados. Há um formulário para solicitação, que custa $60,00 e dá direito ao envio de 10 cópias para endereços da escolha do candidato.

 

Concluindo, as provas são difíceis e trabalhosas, mas a formação no Brasil é geralmente muito boa e equivalente à dos EUA, o que torna bem possível, com certo esforço, alcançar a validação.

 

Fonte: Academia Médica

Residência no Brasil e a revalidação nos EUA

Residência no Brasil e a revalidação nos EUA

Prezado Vitor, boa tarde!
Minha filha vai concluir a formação, pela UFRJ, no curso de graduação de medicina ao final do 1º semestre de 2016. E já está fazendo um curso preparatório para as provas de Residência em Pediatria, objetivando posteriormente fazer especialização em Neonatologia.
Entretanto, ela tem pretensão de tentar trabalhar nos EUA, Canadá ou Alemanha. Sugeri que ela já se preparasse para o processo seletivo dos EUA para esse fim…mas ela acha melhor fazer primeiro uma residência no Brasil para depois tentar algum desses países.
Sinceramente, pela pessoa comprometida que ela é, acho que seria interessante ela tentar logo. Mas ela tem dúvidas sobre o que fazer primeiro.
Com base em sua experiencia, gostaria de pedir a sua opinião sincera sobre essa questão.
Por fim, parabenizo você pelo ótimo trabalho que faz…agradeço sua atenção e aguardo sua resposta.
Att,

Prezado Vitor, boa tarde!
Minha filha vai concluir a formação, pela UFRJ, no curso de graduação de medicina ao final do 1º semestre de 2016. E já está fazendo um curso preparatório para as provas de Residência em Pediatria, objetivando posteriormente fazer especialização em Neonatologia.
Entretanto, ela tem pretensão de tentar trabalhar nos EUA, Canadá ou Alemanha. Sugeri que ela já se preparasse para o processo seletivo dos EUA para esse fim…mas ela acha melhor fazer primeiro uma residência no Brasil para depois tentar algum desses países.
Sinceramente, pela pessoa comprometida que ela é, acho que seria interessante ela tentar logo. Mas ela tem dúvidas sobre o que fazer primeiro.
Com base em sua experiencia, gostaria de pedir a sua opinião sincera sobre essa questão.
Por fim, parabenizo você pelo ótimo trabalho que faz…agradeço sua atenção e aguardo sua resposta.
Att,

Residência nos EUA

Residência nos EUA

Prezado Vitor, bom dia!

Sou estudante de medicina aqui no Brasil e me formo ainda esse ano. E fazendo pesquisa sobre como revalidar meu diploma nos EUA achei o seu site que foi de grande ajuda para esclarecer as minhas dúvidas. Parabéns pela iniciativa!
Mas eu ainda fiquei com dúvidas em algumas questões, que são:
1 – Como funciona o estágio que você mencionou? Eu havia entendido que poderia fazer as duas primeiras fases da prova no Brasil e apenas a terceira nos EUA;
2 – Em caso de reprovação quando poderei tentar novamente?
3 – A residência é remunerada?
Será que você poderia esclarecer esses meus questionamentos ?
Muito obrigada por nos presentear com um site tão interessante e que, com certeza, ajudou e continua ajudando a muitos de nós.
Por fim, nem precisa perguntar…claro que você pode postar minhas perguntas em seu site…
Tenha um excelente final de semana!

Myla Costa

Oi ludmyla, obrigado.
Os estagios nao tem data certa para vc fazer. O q vc precisa é de cartas de recomendacao para depois q passar nas provas ser chamada para entrevistas. O melhor jeito de conseguir é com os estagios. Pode ser 3 meses, ou pode nem fazer. O que vc precisa dar um jeito de conseguir sao as cartas de recomendacao. Falo sobre isso em outros posts no site.
Isso n tem nada a ver com as provas. As provas acontecem como vc falou.
2) vc pode tentar no mesmo ano porem recomendo que confira isso no site do ecfmg pois as regras podem mudar de um ano para outro.
3)a residencia é remunerada sim. Na epoca que fiz a prova estava em torno de 4.000,00 usd . Ideal tambem conferir os valores atuais, pois muda entre os hospitais.
 Otimo fds p vc tb
Boa sorte!
Vitor Torturella

Fellowship nos EUA

Fellowship nos EUA

Pergunta:

Boa Noite Vitor,
Estou no 5 semestre e interessado em me especializar por lá. Tenho grande interesse em oncologia e vi que o fellowship lá dura 3 anos, tal como a residência aqui. Gostaria de saber se é possível fazer a residência em clínica médica aqui no Brasil e depois aplicar para o fellow em oncology/hematology nos eua ou se é necessário fazer a residência em internal medicine por lá para poder aplicar nesses programas.
Também gostaria de saber com relação aos estágios se é necessário fazer o step 1 para fazer o internato eletivo por lá e uma estimativa do custo para fazer o step 1 (valor da prova, taxas, tradução de documentos). Outra dúvida seria de como conseguir esses estágios.
Obrigado!
Pedro.
Resposta:
Boa noite guilherme,
Para fellow n precisa fazer nada la, vc pode fazer residencia aqui e aplicar.
Se vc n tiver os steps n pode atender paciente, tem que ser observership.
Eu nao me lembro todos os custos da prova, eu escrevi muita coisa nos artigos do site, sao da epoca que fiz entao te aconselho a ler todos pois tem dicas valiosas.
Olhe no site do ecfmg para saber de valores atuais.
Sobre internato eletivo nao sei.
Os programas vc tera que pesquisar no google mesmo, alguns hospitais tem programas oficiais, outros vc pode mandar e-mail para os chefes do servico na cara de pau e pedir.
Sucesso, abraco
Vitor Torturella

Melhor especialidade para sair do país

Melhor especialidade para sair do país

Pergunta (William-U.Federal Uberlândia):  Sou recém formado e estou escolhendo ainda uma especialidade. Sempre tive vontade de morar fora do país, ainda mais agora com toda essa questão política e econômica pela qual estamos passando. Gostaria então de saber qual especialidade eu deveria fazer para ter uma maior probabilidade de trabalhar fora do país?

Resposta:

William, depende do país para o qual pretende se mudar. De maneira geral os países mais desenvolvidos precisam de médicos de família e especialidades correlatas, que possam fazer parte da atenção primária.

Na Europa é possível validar o diploma sem provas como as dos EUA, mas de maneira geral os médicos são remunerados de forma pior que nos EUA e Canadá. Recebi relatos de médicos que viajaram para Portugal esse mês e viram que existe grande quantidade de imigrantes na medicina, inclusive, muitos cubanos.

Uma opção interessante pode ser a Austrália, que oferece vários incentivos para que você fique lá na atenção primária, principalmente no interior.

O Canadá também é mais fácil que os EUA.

Caso queira EUA, eu recomendo que você pesquise as estatísticas mais atuais no site do ECFMG, que mostra o percentual de imigrantes que entraram para as diversas especialidades e a área de alocação. Mantenha em mente que ninguém quer ir para o interior igual em qualquer país, porém para nós que vamos de fora pode ser bem mais interessante aceitar uma vaga dessas. Outra especialidade interessante que não é muito difícil nos EUA é a psiquiatria. De maneira geral, especialidades que demandam alto nível de especialização são mais difíceis de ingressar e compensam menos devido ao maior tempo dispensado. Caso vá para os EUA eu sugiro que evite especialidades que são campeãs de processos, como Obstetrícia, Plástica e outras cirúrgicas.

Sucesso,

Vítor Torturella

Quando fazer residência fora do Brasil

Quando fazer residência fora do Brasil

Pergunta (Lucas): Dr. Vítor, tudo bem?

Estou me formando em medicina daqui a 1 ano, e tenho algumas dúvidas. Sempre quis morar fora do Brasil, por ordem (Canadá, Eua e Alemanha), e, após algumas pesquisas, me deparei com o processo de validação do diploma, e tenho algumas dúvidas quanto a isso. Vale mais a pena eu fazer a residência fora do Brasil? Ou fazer a residência aqui e depois validar o diploma? Ou talvez, fazer a residência, validar o diploma e tentar um Fellow, para depois ser convidado a entrar em algum serviço? Digo isso porque penso em realmente viver fora do país, e não somente ficar lá por 1 ou 2 anos..

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