Na Prática – Widoctor

Você sabe a diferença entre medicamentos GENÉRICOS e SIMILARES?

Você sabe a diferença entre medicamentos GENÉRICOS e SIMILARES?

Crescimento no semestre é o maior desde 2003

Definições muito simples, mas que podem confundir na hora do concurso! Fiquem atentos:

  • Medicamento de referência: é o medicamento inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária (ou seja, é o medicamento lançado por uma empresa farmacêutica, que possui inicialmente sua patente e o vende por um nome fantasia… exemplo: Viagra, lançado pela Pfizer).

 

  • Medicamentos genéricos: em sua embalagem há uma tarja amarela contendo a letra “G”. Como não possui marca, o consumidor tem acesso apenas ao princípio ativo. Exemplo: Sildenafil.

 

  • Medicamentos similares: são identificados pela marca ou nome comercial. Exemplo: Pramil, o sildenafil da Novophar.

 

      Os medicamentos genéricos e similares devem possuir o mesmo princípio ativo, mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência. Mas note a diferença: por lei, somente os medicamentos genéricos podem ser intercambiáveis com os de marca. Os similares não podem ser substituídos pelos de referência quando prescritos pelo médico!

Bee Gees e o Suporte Básico de Vida

Bee Gees e o Suporte Básico de Vida

Diante de uma parada cardiorrespiratória, é importante que profissionais e leigos treinados realizem as técnicas de ressuscitação de forma adequada afim de garantir o melhor prognóstico.

A técnica correta das compressões cardíacas envolve postura e força adequadas, posicionamento correto das mãos e frequência correta. Segundo as diretrizes da American Heart Association (AHA) de 2010, as compressões devem ser realizadas a uma frequência mínima de 100 por minuto. Mas como saber quanto é 100 por minuto?

O ritmo da música Stayin’ Alive dos Bee Gees é de 100 batidas por minuto, ou seja, você precisa comprimir pelo menos seguindo o ritmo da música, que chegou a ser usada pela AHA em um vídeo para conscientizar os leigos sobre como proceder diante de uma parada cardiorrespiratória. Veja o vídeo aqui.

Curiosidade: O vídeo é estrelado por um dos atores de “Se Beber Não Case”, que por acaso também é médico!

Fonte: http://www.heart.org/idc/groups/heart-public/@wcm/@ecc/documents/downloadable/ucm_317350.pdf

https://en.wikipedia.org/wiki/Ken_Jeong

 

Treinando o Olho 4

Mais algumas imagens para praticar!

 Imagem 1: achado à endoscopia digestiva alta (esôfago).

 

 

Imagem 2: esofagograma baritado.

 

 

Imagem 3: radiografia simples do abdome.

 

 

A imagem 1 nos traz um achado muito característico em uma endoscopia digestiva alta. O esôfago de Barret (metaplasia intestinal) é uma complicação da doença do refluxo gastroesofágico (metaplasia intestinal). À endoscopia digestiva alta, visualizamos áreas de coloração vermelho-salmão. A confirmação é feita pela biópsia: encontro de células caliciformes. Representa uma lesão precursora do adenocarcinoma.

 

A imagem 3 traz um esofagograma baritado, com uma alteração conhecida como “chama de vela”. A acalásia é o distúrbio motor primário do esôfago mais comum. Ocorre devido degeneração de neurônios dos plexos de Auerbach e de Meissner. Caracteriza-se por: (1) déficit de relaxamento fisiológico do EEI, (2) hipertonia do EEI e (3) peristalse anormal. À esofagografia baritada, visualiza-se uma imagem de estreitamento progressivo em “chama de vela” (no câncer, a redução do lúmen é abrupta, “em degrau”).

 

A radiografia da imagem 3 é característica do íleo biliar. Trata-se da obstrução do delgado por um cálculo biliar volumoso que alcançou o intestino através de uma fístula. O diagnóstico é dado pela radiografia de abdome, que mostra a chamada tríade de Rigler: obstrução intestinal + ar nas vias biliares (aerobilia) + cálculo na valva ileocecal.

 

Treinando o Olho

     A série “Treinando o Olho” irá trazer diversas imagens com suas respectivas explicações. Devemos praticar o reconhecimento de alterações de exame físico, exames de imagem, ECG… Além disso, cada vez mais as provas de concursos vêm utilizando recursos multimídia! Então, mãos à obra!

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Lista de Medicações: Dica de Estudo

       Muitas vezes, quando realizamos uma consulta, especialmente se somos acadêmicos ou médicos recém formados, temos que lidar com diversas medicações, assim como seus nomes comerciais, formas de apresentação, doses usuais, dose inicial, dose máxima, contra indicações, etc. Quem nunca enfrentou dúvidas como “Até quanto posso aumentar essa medicação?” ou “Qual a dosagem dos comprimidos disponíveis?”.

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Acessos Venosos Centrais Parte 3: acesso Subclávio

      

     O acesso subclávio restringe pouco os movimentos do paciente, provendo maior conforto, e os cuidados com o curativo são realizados mais facilmente. Entretanto, é impossível realizar hemostasia por compressão manual nessa região. Além disso, caso seja necessário intervenções cirúrgicas em virtude de complicações, o acesso ao vaso e a estruturas subjacentes nessa região anatômica é altamente complexo. Desse modo, não é o acesso de primeira escolha.

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